Do aço para as tintas. Com informações da Agência USP.
Pigmentos obtidos pelo processo de tratamento químico 'hidrometalúrgico', que não utiliza energia elétrica - Imagem: Ag.USP.
Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que transforma resíduos produzidos pela indústria siderúrgica, durante a fabricação do aço, em pigmentos de tintas para prédios e residências.
Os pigmentos foram obtidos por um processo de tratamento químico chamado hidrometalúrgico, que não utiliza energia elétrica.
Ainda há outros benefícios potenciais: o processo hidrometalúrgico gera um cloreto de amônia que poderá ser utilizado na composição de fertilizantes.
A tecnologia foi desenvolvida por um grupo da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, Unesp e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
Granalha de ferro
O professor Fernando Vernilli, coordenador do grupo, explica que os pigmentos são obtidos a partir do processo de limpeza das chapas de aço produzidas na CSN.
“Durante a laminação a quente, para se obter as chapas de aço, o material fica recoberto de óxidos de ferro. Após a laminação, as chapas são submetidas a uma solução aquosa à base de ácido clorídrico para, posteriormente, receberem uma camada de zinco”, descreve o pesquisador.
O processo de limpeza é feito em tanques de decapagem. Depois do uso, o restante da solução aquosa é reutilizado mais vezes, até que tenha de ser submetido a um processo de recuperação.
“Quando esta solução torna-se saturada e impossibilitada de reuso, a planta de recuperação de ácido da CSN não possui capacidade para recuperar todo o volume de resíduo gerado, sendo obrigado por questões ambientais a enviar o resíduo à sua unidade localizada no estado do Paraná”, conta Vernilli, lembrando que a sede da CSN fica em Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro.
O que resulta deste material após processamento, é a chamada “granalha de ferro”, usada em jateamento para limpeza de materiais e como contrapeso em estruturas civis, como pontes e viadutos. “O que chamamos granalha de ferro é semelhante a uma areia grossa”, descreve Vernilli. Ele conta que a “granalha” de ferro é comercializada por um preço em torno de R$ 0,20 o quilo (kg).
Pigmentos
Foram obtidos pigmentos das três cores exigidas pelo mercado: amarelo, vermelho e preto.
“Qualquer outra cor entre estas três também pode ser obtida,” garante Vernilli. Ele informa que os pigmentos são comercializados no mercado a R$3,00 por quilo (kg) o vermelho; R$ 6,00/kg o amarelo, e entre R$ 3,00/kg e R$6,00/kg, o de cor preta.
O pesquisador afirma que a CSN já está em busca de indústrias que estejam interessadas em investir numa parceria para a produção dos pigmentos.
“Certamente poderão ser oferecidas ao mercado opções mais baratas de pigmentos. Além disso, representará uma economia à própria CSN, já que o resíduo excedente não precisará mais ser transportado ao Paraná”, avalia.
Bom dia! Vamos começar a semana indo direto ao assunto!
Hoje vamos falar sobre a linha de dispersões pigmentárias ResthTint E. Mais precisamente sobre a sua principal aplicação: O tingimento de esmaltes sintéticos imobiliários – base solvente.
Sendo assim, pode-se dizer que, quando vemos grades, janelas e portões bem pintados e com brilho, estamos diante de uma pintura feita com um esmalte sintético de boa qualidade.
O que define a qualidade de um esmalte sintético é a quantidade e tipo de polímero que ele possui. Quanto mais polímero, mais proteção e brilho.
Atualmente, os esmaltes são divididos em duas categorias: O esmalte sintético base solvente (o mais comum de todos) e o esmalte sintético base água, que ainda não chegou com força total no mercado brasileiro, mas promete agradar os consumidores.
Os esmaltes sintéticos são utilizados para proteção e decoração de superfícies sendo ideais para madeiras (portas, janelas, fachadas e portões). Podem ser utilizados tanto em ambientes internos como em ambientes externos. São produtos de fácil manuseio, com excelente poder de cobertura, rendimento, aderência e alastramento (propriedade que a tinta possui de formar uma película uniforme, sem deixar marcas de aplicação). Os de dupla função servem como fundo protetor contra a corrosão.
Para exteriores é preferível que sejam utilizados os esmaltes com acabamentos brilhantes e semibrilho. Para os forros de madeira, os esmaltes sintéticos são indicados para proteger o acabamento. Se o ambiente for muito úmido, aqueles com ações hidrorepelentes e fungicidas reforçadas são os mais indicados. Já os telhados aceitam esmaltes sintéticos para cerâmica e resina acrílica.
É importante ressaltar que os esmaltes base solvente possuem cheiro mais forte; porém são mais resistentes que a tinta esmalte base água.
As dispersões de pigmentos desenvolvidas pela Tríplice Cor para esta aplicação são encontradas nas cores mostradas na tabela acima.
Para obter informações mais precisas sobre cada produto da tabela, basta acessar o site da Tríplice Cor (página da linha em questão), e visualizar as especificações técnicas individuais de cada produto fazendo o download das Literaturas e FISPQ’S.
Caso haja interesse em conhecer este produto, entre em contato através do email: vendas@triplicecor.com.br e solicite uma amostra. Se preferir, entre em contato através do tel: 11 5641-0033. A Tríplice Cor terá um enorme prazer em atendê-lo.
Hoje vamos falar um pouco sobre as lixas. Mas não precisam perguntar o porquê. É isso mesmo que vocês estão pensando. A Tríplice Cor também desenvolve dispersões pigmentárias para esta aplicação: As lixas!
Boa leitura!
As lixas, também conhecidas como ‘abrasivos flexíveis’, são utilizadas para nivelar as superfícies ou aumentar a aderência das tintas, polir madeiras e metais.
São os materiais mais usados no pré-acabamento, livrando a peça de farpas, desigualdades, dando um aspecto uniforme e agradável ao toque. Fabricadas pela deposição em um costado (tecido, papel, fibra vulcanizada) de grãos abrasivos unidos por um adesivo (cola natural ou resinas artificiais) podendo existir muitas variedades de material abrasivo na indústria.
Os formatos de lixas podem ser folhas padronizadas, folhas especiais, correias de lixa – também conhecidas como cintas (que podem ser estreitas ou largas), discos, cones, tubos e rodas de flaps.
As lixas tem graduações, e essa especificação chama-se ‘grão’ ou ‘grana’. As numerações dependem do tipo de lixa e até mesmo de cada fabricante, mas…
Não vamos focar neste assunto! Afinal, o que nos interessa neste tema são as cores das lixas.
Utiliza-se a coloração em lixas com objetivo de diferenciação entre os diversos tipos e qualidades, assim como suas aplicações.
As lixas podem ser encontradas nas seguintes cores:
- Preta (recomendada para metais, preparação de superfícies, limpeza, remoção de ferrugem e tintas velhas);
- Marrom ou amarela (recomendada para madeiras);
- Vermelha (recomendada para paredes, preparação para pinturas, repinturas, nivelamento de superfícies, acabamento de massa corrida, massa fina ou gesso).
O tingimento do material componente da lixa é feito na massa (em temperatura ambiente). Depois da aplicação do mesmo ao substrato (tecido ou papel) é termofixado em temperaturas de até 150-160ºC.
Obs: Clique nos links dos produtos acima para visualizar as literaturas técnicas correspondentes a cada cor da linha de dispersões pigmentárias.
Para maiores informações sobre os produtos da Tríplice Cor para esta aplicação, entre em contato através do e-mail: vendas@triplicecor.com.br ou pelo tel: 11 5641.0033.
Hoje o nosso post será um tanto quanto diferente. Vocês visualizarão algumas imagens para entender um pouco mais sobre o processo de desaglomeração dos pigmentos.
Começaremos pelo processo de distribuição das partículas de pigmentos no veículo. Mas, antes disso, vamos relembrar o que é “veículo”.
Veículo é a parte líquida da tinta, onde a pigmentação estará dispersa. Caso não se adicione pigmentos, essa parte constitui o que se chama de verniz, sua principal função é a formação da película.
Voltando ao assunto…
A separação dos aglomerados de pigmentos (podendo ser chamada também de pré-dispersão), ocorre quando os aglomerados (partículas de pigmentos) estão envoltos por um veículo (fase de umectação) e sofrem ações de forças para que ocorra a “quebra”, obtendo como resultado uma redução de tamanho de partículas e conferindo aspecto uniforme em condições adequadas para a etapa posterior.
Abaixo, temos uma imagem que representa esta “desaglomeração” com diminuição do tamanho das partículas.
Partículas de pigmentos, quando secas, formam aglomerados difíceis de separar. Por isso, o agente umectante (meio líquido) ajuda na anulação das forças de atração entre as partículas. Ainda assim, para se obter uma boa dispersão, o ar existente entre as partículas deverá ser expulso.
O processo acima pode ser conseguido através da utilização de: Dispersor Cowles, Moinho de Areia, Moinho de Bolas, diagonais de aço e rolos.
Pontos a considerar:
- Afinidade sólido-sólido;
- Compostos similares requerem menor energia e umectam melhor;
- Quanto maior for a viscosidade do veículo maior será a dificuldade de umectação;
- A distribuição das partículas tem que ser estabilizada contra a floculação e a reagregação irreversível.
Para que ocorra esta desaglomeração (pré-dispersão ou moagem) juntamente com a redução do tamanho das partículas, devem ser usados moinhos. Sendo que estes equipamentos, a depender do modelo, utilizarão forças diferentes, podendo ser forças de cisalhamento ou impacto (‘martelamento’).
Tamanho das partículas.
O Tamanho das partículas é um fator de fundamental importância para a qualidade do pigmento e dos produtos aos quais serão adicionados.
Vale lembrar que algumas características fundamentais das tintas estarão relacionadas ao tamanho das partículas dos pigmentos nelas adicionados. São eles:
- Tonalidade;
- Poder de Cobertura;
- E em especial, o Poder de Tingimento;
Veja abaixo um vídeo da Tríplice Cor, onde o Gerente de Produção – Edimilson Ferreira, nos dá uma breve explicação da influência e dos problemas que podem ser causados caso ocorra uma má dispersão do pigmento e o tamanho das partículas não seja o ideal.
Diante do aqui exposto, é importante salientar que, o Controle de Qualidade da Tríplice Cor está sempre atento aos resultados dos testes feitos em laboratório, para que a qualidade do produto final e satisfação do cliente estejam sempre dentro das condições desejáveis.
Para maiores informações, entre em contato através do tel (11) 5641-0033 ou mande um e-mail para vendas@triplicecor.com.br.
Para conhecer as nossas linhas de pigmentos e estrutura física, acesse: www.triplicecor.com.br
Este pequeno post foi feito para atender o pedido de um de nossos “amigos”, que assim como alguns de vocês, contribuem com o nosso blog enviando perguntas e sugestões. Para o Sr. Arnaldo Mariano, dedicamos a nossa breve explicação de hoje à respeito da coloração dos detergente líquidos. Caso alguém tenha informações à acrescentar, nós da Tríplice Cor, agradecemos antecipadamente. Boa leitura!
Linha de pigmentos utilizada para colorir os detergentes líquidos.
A maior parte dos detergentes líquidos é tingida por corantes solúveis com o propósito de obtenção de produtos totalmente transparentes, porém em casos especiais onde o material poderá ser translúcido, pode-se usar as dispersões ResthDisper com bom desempenho de resistência química e de solidez a luz. Para esses casos de alta resistência destacam-se os seguintes produtos:
Amarelo Resthdisper RR (PY 83)
Carmim Resthdisper HB (PR 146
Vermelho Resthdisper HGR (PR 112)
Azul Resthdisper RS (PB 15:0)
Verde Resthdisper RG7 (PG 7)
Violeta Resthdisper HVL (PV 23)
Para saber maiores informações à respeito dos produtos acima citados, basta entrar no site da Tríplice Cor e verificar a tabela de cores disponibilizada para a linha ResthDisper. As fichas técnicas (Literatura e FISPQ) contém os dados necessários sobre cada produto.
Mais uma vez, agradecemos à colaboração. Para agregarmos conteúdo, já estamos fazendo pesquisas à respeito da coloração dos detergentes líquidos, sabonetes e domissanitários em geral. Já já traremos mais informações.
Quando falamos de pigmento, não podemos esquecer de falar sobre migração. Mas você realmente sabe o que é isso?
A migração é a capacidade que alguns pigmentos apresentam de serem transferidos do meio onde estão aplicados para outro meio, podendo apresentar-se de três formas distintas:
- Eflorescência: Transferência para uma interface, como o ar (efeito intimamente ligado a solubilidade, temperatura, volume molecular do pigmento, etc).
- Sangramento: Transferência para outro sólido em contato.
- Plate Out: Transferência para o metal do equipamento.
Vale lembrar que todos os pigmentos que apresentam características de eflorescência também apresentarão sangramento, porém os pigmentos que apresentam sangramento podem não apresentar eflorescência.
Para que vocês, nossos queridos leitores, entendam mais sobre este importante assunto, vamos abordar aqui no nosso blog (em posts individuais) cada uma das formas de migração. Hoje começaremos pelo “Sangramento”.
Como dito anteriormente, sangramento é a transferência (migração) do pigmento de um sólido para outro sólido em contato, podendo ocorrer em direção a um material adjacente ou, no caso das embalagens, para os produtos embalados (alimentos, cosméticos, etc) em função de haver solubilidade dos colorantes nos mesmos.
O sangramento também pode ser entendido como a passagem do pigmento de um filme de tinta para outro filme aplicado sobre o mesmo. Normalmente para tornar mais fácil essa observação, utiliza-se uma camada de tinta branca sobre a tinta contendo o pigmento. O sangramento é causado por uma solubilização do pigmento nos solventes e veículo da camada de sobrepintura.
O grau de sangramento é influenciado pelas condições de secagem e pela temperatura empregada na secagem.
Outra questão a se considerar é o excesso de pigmento, o que pode acarretar fácil sangramento, pois o aglutinante incorporado à pasta não é suficiente para uma boa fixação do pigmento.
O ‘sangramento’ e a solidez a solventes.
Como dito logo acima, o sangramento é causado por uma solubilização do pigmento nos solventes. Em função disso, a solidez ao sangramento está estreitamente relacionada com a solidez a solventes do pigmento.
Os tipos mais comuns de pigmentos não apresentam boa resistência a solventes, havendo assim forte tendência à migração e ao sangramento. Normalmente, os pigmentos cuja solidez a solventes é baixa e possuem grandes riscos de eflorescência e sangramento, não são indicados para tintas de secagem em estufa.
Para a avaliação dessa solidez (conforme imagem abaixo), utiliza-se o próprio pigmento em pó acondicionado em um papel de filtro dobrado e fechado. Mergulha-se então em um tubo de ensaio contendo 20 ml de solvente e deixa-se por 24 horas à temperatura ambiente. Após esse tempo, avalia-se o tingimento do solvente comparando-o com a escala de cinzas para avaliação de sangramento, conforme DIN 54002.
No desenvolvimento de concentrados de cor (masterbatches), principalmente para embalagens, a seleção de colorantes com boa solidez a migração é feita segundo a norma DIN 53775, com escala variando de 1 (pobre) a 5 (muito boa).
O pigmento inorgânico, quando comparado ao orgânico, leva vantagem neste quesito pela ausência de migração, eflorescência ou sangramento. Para evitar que esses problemas ocorram, o Controle de Qualidade da Tríplice Cor realiza testes prévios.
Em breve traremos as informações prometidas à respeito das outras formas de migração. Enquanto isso não acontece, estejam à vontade para perguntar, sugestionar e agregar conteúdo ao nosso blog.
Um dos problemas mais freqüentes no uso de dispersões pigmentárias para tintas aquosas é a “floculação do pigmento” que afeta a qualidade de cor, fazendo com que ocorra queda no poder de tingimento, deixando a tonalidade mais suja e com possibilidades de manchas na hora da aplicação da tinta.
O que é floculação?
Floculação é a extensão na qual as partículas de pigmento se agrupam em blocos soltos ou flocos após ação dispersiva, sendo essencialmente uma função da natureza da superfície do pigmento e da polaridade do veículo. A floculação pode ser um fator poderoso durante a trituração devido a seu efeito sobre a consistência e, conseqüentemente, sobre a fineza obtida.
Um pigmento realmente apresenta “má dispersão” quando não é subdividido em seu tamanho mínimo (independentemente de os torrões presentes consistirem em agregados duros ou floculados macios), podendo a floculação ser considerada apenas uma fase da dispersão. Mas, como esses dois tipos de má dispersão (agregados ou floculados) têm efeitos bastante diferentes, é preciso fazer uma clara distinção entre eles.
A floculação pode ter efeitos indesejados sobre a cobertura e o brilho, mas efeitos desejáveis sobre a suspensão.
Motivos que levam à floculação.
Além da compatibilidade em si, outros motivos podem levar à floculação. Sendo eles:
Choque de veículos e/ou de viscosidade: Como a dispersão de pigmento não contém resina para sua estabilização, ao adicioná-la à tinta poderá ocorrer um choque. Nesse caso normalmente a pré-diluição da dispersão com água poderá eliminar o problema.
Estabilização da tinta de emulsão: A tinta contém alta concentração de diversos tipos de cargas minerais, e algumas vezes, apesar de estarem umectadas, as mesmas não estão bem estabilizadas, significando que poderão retirar da dispersão de pigmentos coloridos parte do dispersante/umectante causando assim a floculação do pigmento colorido. Em boa parte desses casos pode-se resolver o problema através da adição de umectante (0,5 a 1%) a tinta, antes da incorporação da dispersão de pigmento.
Choques de pH e temperatura: Nestes casos, ocorrendo floculação, deve-se ajustar o pH da tinta para a faixa de 7,0 a 9,0 antes da adição da dispersão Resthdisper, para que o problema seja resolvido. Com relação a temperatura, não se deve efetuar o tingimento com a base da tinta em temperaturas acima de 50ºC.
Teste de “Rub-Out”.
A verificação da ocorrência de floculação é feita através do teste de Rub-Out que consiste na aplicação do filme de tinta com extensor de barra e aplicação de uma força de cisalhamento (esfregando o dedo) em parte da aplicação até o começo de resistência ao movimento do dedo. A fricção com o dedo é geralmente efetuada depois do filme ter-se assentado por alguns minutos até meia hora.
Após secagem total do filme de tinta avalia-se a diferença de cor entre a parte friccionada e a não friccionada. O “Rub-Out” é uma indicação da floculação e assinala a possibilidade da existência de sérios problemas de “flooding”, “floating” ou outros, ligados à cor. A diferença de cor não deverá ser maior que a tolerância adotada no Controle de Qualidade, ou seja, intensidade de cor entre 95 e 105% e dH mais ou menos 0,5 unidades Cielab.
Como o problema é causado por uma floculação, a solução consiste em eliminar a origem desta. Geralmente, são necessários aditivos dispersantes e estabilizantes de pigmentos (tais como os silicones) para resolver o problema. O uso de aditivos de silicone na moagem dos pigmentos, além de melhorar a uniformidade aumentam consideravelmente a capacidade de dispersão dos pigmentos reduzindo sua aglomeração.
Veja abaixo um vídeo demonstrativo do Teste de “Rub-Out”.
Solução: Aditivos dispersantes e umectantes.
Existem diversos produtos no mercado que servem como corretivos na fabricação de tintas.
Os aditivos defloculantes de alto peso molecular, estabilizam os pigmentos via impedimento estérico. Eles promovem a equalização das cargas elétricas dos pigmentos e por isso evitam a re-floculação dos pigmentos que não possuem a mesma carga. Devido às pequenas partículas dos pigmentos defloculados, se consegue um alto brilho e uma força tintórea bastante intensa.
Em paralelo, a transparência e o poder de cobertura das tintas é bastante melhorada. Estes aditivos reduzem a viscosidade e então, melhoram o nivelamento e otimizam a pigmentação.
Qualidade da linha de dispersões pigmentárias Tríplice Cor.
O Controle de Qualidade da Tríplice Cor garante os bons resultados da linha de dispersão pigmentária ResthDisper para a aplicação em tintas. Todos os testes são previamente realizados para que o resultado do produto final seja o mais satisfatório possível, seguindo os parâmetros e exigências de cada mercado de atuação e cliente, evitando desta forma problemas posteriores como a floculação.
Para entendermos melhor o que é poder de tingimento, devemos estar atentos às características físico-químicas dos pigmentos, pois as propriedades técnicas de aplicação dos pigmentos estão diretamente relacionadas com as características de sua estrutura e com seu estado físico, ou seja, dos cristais de pigmento (forma, tamanho, tratamento físico e químico durante o processo de fabricação). Por isso, a definição do tipo de pigmento a ser usado em cada caso deve ser levando em consideração essas características físico-químicas, ao lado das características da cor.
O poder de tingimento e o dióxido de titânio (TiO2).
Cada pigmento, de acordo com sua estrutura química e seu processo de fabricação, possui uma determinada capacidade de tingimento.
O poder de tingimento descreve a capacidade que um pigmento branco tem de dispersar luz com eficiência e conferir alvura e brilho a um sistema de polímero colorido.
Portanto, para se avaliar essa capacidade individual em relação a outros pigmentos, costuma-se relacionar a quantidade ou proporção entre o colorido e o dióxido de titânio, com o qual se atinge uma intensidade de cor padronizada.
Esses dados devem ser tomados com cuidado, pois essa intensidade pode variar de acordo com o veículo utilizado, ou conforme as condições de dispersão empregadas. Quanto maior o teor de titânio a ser misturado com determinada quantidade de pigmento para se obter a intensidade padrão, maior será a intensidade ou o poder de tingimento desse pigmento em relação a outro pigmento.
Ao selecionar um tipo comercial de TiO2 para fins de coloração deve-se considerar as propriedades ópticas fundamentais de poder de tingimento.
Concentração de Aglomerados x Partículas Primárias.
O poder de tingimento aumenta para um determinado pigmento à medida que a concentração de aglomerados diminui.
Fica óbvio, então, que a maneira selecionada para medir a dispersão deve ser significativa em termos das propriedades mais importantes desejadas. A concentração de aglomerados excessivamente grandes pode ser medida através de testes. O poder de tingimento seria o resultado da qualidade da dispersão.
No processo de dispersão do pigmento, quanto mais alcançarmos as partículas primárias do pigmento, maior poder de tingimento conseguiremos.
Tamanho de partículas.
A freqüência de partículas do mesmo tamanho tem papel importante nas propriedades físicas de um produto pigmentado. É óbvio que na mesma concentração, diferentes pigmentos com tamanho de partículas diferentes, implicará em diferente poder de tingimento, sendo que o pigmento mais particularizado terá maior poder tintorial.
O poder de tingimento dos pigmentos orgânicos.
Os pigmentos orgânicos em geral têm um poder de tingimento muito maior do que os inorgânicos, sendo esta uma característica importante desses pigmentos.
As misturas de pigmentos orgânicos com opacos, principalmente o branco, são muito vivas e luminosas (geralmente usa-se muito pouca tinta nessas misturas, devido ao seu grande poder de tingimento).
Com os novos investimentos na sua estrutura física, a Tríplice Cor ampliou o seu espaço, aumentando o estoque dos pigmentos orgânicos; o que mantém o crescimento da empresa com o objetivo de fornecer produtos dentro das dimensões exigidas pelo mercado no Brasil.
Este aumento de estoque de pigmentos orgânicos também se deve à parceria realizada com a Aakash Chemicals, empresa fornecedora de pigmentos orgânicos cujo representante exclusivo aqui no Brasil é a Tríplice Cor.
Conheça as linhas de pigmentos orgânicos:
ResthChrom – Pigmentos de alta performance para o mercado de Tintas/Vernizes e Tintas/Gráficas;
ResthPrint – Pigmentos de alta transparência para o mercado de Tintas Gráficas;
ResthPaint – Pigmentos específicos para o mercado de Tintas e Vernizes;
ResthDur – Pigmentos de excelente custo-benefício;
ResthPlast – Pigmentos especialmente empregados no mercado de plásticos. Também podem ser utilizados para produtos da linha escolar base óleo.
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Para aqueles que trilharam o caminho do sucesso junto conosco, fazendo parte do nosso dia a dia, desejamos um Feliz Natal e um Próspero 2012, com muita paz, saúde e conquistas.
Agradecemos à todos pelo respeito, dedicação e confiança depositada em nosso trabalho.
Esperamos que estes valores continuem cada dia mais presentes neste ano que se aproxima para que os bons frutos sejam compartilhados mutuamente.
Conheça a nossa nova linha de produção de dispersões pigmentárias em São Paulo – SP.
A nossa missão é fornecer soluções eficazes em dispersões pigmentárias, pigmentos e corantes para clientes do Brasil e exterior. Investimos muito em tecnologia e qualidade, crescendo com solidez, sem esquecer da responsabilidade e preocupação com o meio-ambiente.
Com modernas instalações para análise, fabricação e distribuição de corantes e pigmentos em todo o Brasil, a Tríplice Cor apresenta uma infraestrutura de excelência em uma ampla área fabril. Em nossa linha de produção executamos um rigoroso controle de qualidade onde cada produto é submetido a uma bateria de testes e análises junto ao laboratório antes de passar à finalização e comercialização.
Com modernas instalações para análise, fabricação e distribuição de corantes e pigmentos em todo o Brasil, a Tríplice Cor apresenta uma infraestrutura de excelência em uma ampla área fabril. Em nossa linha de produção executamos um rigoroso controle de qualidade onde cada produto é submetido a uma bateria de testes e análises junto ao laboratório antes de passar à finalização e comercialização.
Como já falado algumas vezes no nosso blog, em novembro próximo, acontecerá em São Paulo o mais importante evento do setor de tintas da América Latina e um dos principais no mundo, a ABRAFATI 2011.
A feira e congresso reúnem os principais fornecedores para tintas, que durante o evento apresentarão as novidades para o setor.
Este ano o foco estará voltado para a “Inovação e Sustentabilidade”, sendo apresentados os caminhos e as tendências, em termos de matérias-primas, produtos, processos, tecnologias, aplicações, impactos ambientais e muitos outros aspectos. É uma oportunidade única, que permite, ao mesmo tempo, o contato com a inovação, a discussão sobre a sustentabilidade, a prospecção de clientes, a realização de negócios, o networking e a interação entre técnicos e gestores.
Diante disso, a Tríplice Cor, como expositora (fornecedora) especializada no desenvolvimento e fabricação de corantes, pigmentos e dispersões; matérias-primas fundamentais para garantir a qualidade das tintas, aproveita o ensejo e o espaço de divulgação deste blog para deixá-los informados à respeito do assunto.
Neste post, iremos abordar um tema bem interessante, que alia a sustentabilidade (foco da ABRAFATI 2011) à utilização das tintas e consequentemente à escolha correta dos pigmentos e suas cores.
No artigo abaixo (retirado de: www.agencia.fapesp.br), podemos ver que a radiação solar é um dos mais importantes contribuintes para o ganho térmico em edifícios; e os comprimentos de onda refletidos por cada cor são fatores fundamentais para que a absortância solar diminua as cargas térmicas das edificações. Edifícios com baixo desempenho térmico têm por conseqüência, elevado consumo de energia.
Da radiação solar total que incide sobre um corpo opaco, uma parcela é refletida e outra absorvida. Essa relação é importante para a análise do fluxo de calor através do “envelope” (camada de cobertura) das edificações, dependendo fundamentalmente das propriedades termofísicas dos elementos construtivos que o compõem; neste caso específico – as tintas e suas cores. Portanto, o conhecimento dessas propriedades, é indispensável para a avaliação do consumo energético.
Para divulgar dados mais precisos e coerentes com a realidade do mercado nacional de tintas, este trabalho apresenta dados de absortância obtidos a partir de medições em espectrofotômetro para amostras pintadas com diferentes tipos e cores de tintas.
Como a escolha da cor da tinta não envolve custo extra, uma tinta refletiva externa é a característica arquitetônica de controle climático mais eficaz e a maneira mais viável de minimizar as cargas térmicas das edificações. No entanto, é preciso que os fabricantes de tintas imobiliárias divulguem dados de absortância solar para os consumidores.
Obs: Estudos realizados na Universidade do Porto (em Portugal) confirmam o fato de que as tintas podem ajudar a diminuir o consumo de energia. Durante as pesquisas observou-se a diferença de 12º C nas temperaturas a depender dos pigmentos utilizados nas formulações das tintas imobiliárias. O segredo está na introdução dos “pigmentos frios”, cuja utilização otimiza o consumo energético dos edifícos e em outras aplicações.
>> Veja o vídeo e saiba um pouco mais sobre este estudo.
Diante das atuais necessidades do mercado de tintas imobiliárias, a Tríplice Cor disponibiliza dispersões, pigmentos e corantes específicos para esta aplicação. A linha de dispersões pigmentárias ResthDisper traz uma variada gama de cores com propriedades que garantem a qualidade e durabilidade das caracterísiticas das tintas.
E não se esqueça! Estaremos na ABRAFATI 2011. Visite o nosso stand e confira de perto todas as novidades em corantes, pigmentos e dispersões para o mercado de tintas.
A Tríplice Cor desenvolve e comercializa dispersões, pigmentos e corantes para atender às necessidades do mercado de tintas e vernizes (tintas imobiliárias, industriais, automotivas, em pó), tintas flexográficas, plásticos e mercados especiais.
Estaremos na Abrafati 2011 – 12º edição da Exposição Internacional de Fornecedores para Tintas.
“A Tríplice Cor fará sua estréia na Abrafati neste ano de 2011 para reforçar sua participação crescente no mercado de tintas e vernizes nestes mais de 12 anos de experiência.
Somos uma empresa especialista em dispersões para diversas aplicações, conciliando as necessidades de nossos clientes às mais novas pesquisas, recursos e tecnologias disponíveis no mercado.
Aproveitaremos esta participação para apresentar nossa linha de dispersões aquosas de pigmentos de alta performance (Resthdisper HP) para o mercado de Tinta Imobiliária, onde nosso cliente contará com pigmentos de alta solidez, independente de sua concentração no produto final.
Para esta linha temos: amarelo, vermelho e alaranjado; cores onde este mercado encontra uma maior dificuldade em obter uma solidez desejável em concentrações mais baixas e limpas. Além desta linha, reforçaremos nossa especialização nas dispersões aquosas de pigmentos orgânicos e inorgânicos e dispersões ecológicas; isentas de produtos que agridem o meio-ambiente, desenvolvidas por profissionais altamente capacitados e com vasta experiência neste mercado.
Contamos também com a parceira da Aakash, uma das principais fabricantes e distribuidoras de pigmentos, corantes e aditivos de altíssima pureza no mundo, com sede nos EUA e fábricas e parceiros na Índia e na China.”
Visite nosso stand e conheça um pouco mais da Tríplice Cor. Teremos um enorme prazer em atendê-lo.
Acesse também nosso site desenvolvido especialmente para Abrafati 2011. Onde você encontra as principais dicas para facilitar a sua visita ao longo dos 3 dias da feira.
Neste vídeo você percebe o que acontece quando o mundo deixa de consumir tintas e cores.
As cores são cheias de valores simbólicos, ao começar com as roupas dos bebês – azul para meninos, rosa para meninas, verde ou amarela quando não se sabe o sexo.
Mesmo no mundo moderno, onde crenças supersticiosas em grande parte desapareceram na luz dos conhecimentos científicos, muitas cores mantiveram associações antigas. A maioria das pessoas sabe que as noivas devem usar branco, que “ver vermelho” significa estar com raiva, e que se pode sentir “verde de inveja”.
Parece que agora as marcas perceberam que seus produtos podem ser muito mais do que produtos e cores.
A Tintas Dulux fez um projeto que foi copiado pelo mundo inteiro e que proporcionou um enorme sucesso tanto para a empresa, como para a comunidade em si. Criando valores que jamais foram propostos por uma empresa de tintas, sobretudo, com uma atitude tão simples.
Há 12 anos, a Tríplice Cor é especialista em pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias para diversos mercados; contribuindo para deixar o mundo muito mais colorido!
Conheça nossa linha ResthDisper, desenvolvida especialmente para o mercado de tintas gráficas, tintas e vernizes e mercados especiais.
Neste espaço nós divulgamos todos os assuntos relacionados à indústria química, com forte ênfase ao mercado de pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias.
Há 12 anos trabalhamos e somos referência nacional em dispersão e comercialização de soluções pigmentárias.
Acompanhe este blog e perceba como é importante escolher um corante e pigmento de alta qualidade.
Fale conosco e tire as suas dúvidas. Será um prazer atendê-lo.