11 de outubro, 2011

10 de outubro, 2011

Como já falado algumas vezes no nosso blog, em novembro próximo, acontecerá em São Paulo o mais importante evento do setor de tintas da América Latina e um dos principais no mundo, a ABRAFATI 2011.

A feira e congresso reúnem os principais fornecedores para tintas, que durante o evento apresentarão as novidades para o setor.

Este ano o foco estará voltado para a “Inovação e Sustentabilidade”, sendo apresentados os caminhos e as tendências, em termos de matérias-primas, produtos, processos, tecnologias, aplicações, impactos ambientais e muitos outros aspectos. É uma oportunidade única, que permite, ao mesmo tempo, o contato com a inovação, a discussão sobre a sustentabilidade, a prospecção de clientes, a realização de negócios, o networking e a interação entre técnicos e gestores.

Diante disso, a Tríplice Cor, como expositora (fornecedora) especializada no desenvolvimento e fabricação de corantes, pigmentos e dispersões; matérias-primas fundamentais para garantir a qualidade das tintas, aproveita o ensejo e o espaço de divulgação deste blog para deixá-los informados à respeito do assunto.

Neste post, iremos abordar um tema bem interessante, que alia a sustentabilidade (foco da ABRAFATI 2011) à utilização das tintas e consequentemente à escolha correta dos pigmentos e suas cores.

No artigo abaixo (retirado de: www.agencia.fapesp.br), podemos ver que a radiação solar é um dos mais importantes contribuintes para o ganho térmico em edifícios; e os comprimentos de onda refletidos por cada cor são fatores fundamentais para que a absortância solar diminua as cargas térmicas das edificações. Edifícios com baixo desempenho térmico têm por conseqüência, elevado consumo de energia.

Da radiação solar total que incide sobre um corpo opaco, uma parcela é refletida e outra absorvida. Essa relação é importante para a análise do fluxo de calor através do “envelope” (camada de cobertura) das edificações, dependendo fundamentalmente das propriedades termofísicas dos elementos construtivos que o compõem; neste caso específico – as tintas e suas cores. Portanto, o conhecimento dessas propriedades, é indispensável para a avaliação do consumo energético.

Para divulgar dados mais precisos e coerentes com a realidade do mercado nacional de tintas, este trabalho apresenta dados de absortância obtidos a partir de medições em espectrofotômetro para amostras pintadas com diferentes tipos e cores de tintas.

Como a escolha da cor da tinta não envolve custo extra, uma tinta refletiva externa é a característica arquitetônica de controle climático mais eficaz e a maneira mais viável de minimizar as cargas térmicas das edificações. No entanto, é preciso que os fabricantes de tintas imobiliárias divulguem dados de absortância solar para os consumidores.



Obs: Estudos realizados na Universidade do Porto (em Portugal) confirmam o fato de que as tintas podem ajudar a diminuir o consumo de energia. Durante as pesquisas observou-se a diferença de 12º C nas temperaturas a depender dos pigmentos utilizados nas formulações das tintas imobiliárias. O segredo está na introdução dos “pigmentos frios”, cuja utilização otimiza o consumo energético dos edifícos e em outras aplicações.



>> Veja o vídeo e saiba um pouco mais sobre este estudo.



Diante das atuais necessidades do mercado de tintas imobiliárias, a Tríplice Cor disponibiliza dispersões, pigmentos e corantes específicos para esta aplicação. A linha de dispersões pigmentárias ResthDisper traz uma variada gama de cores com propriedades que garantem a qualidade e durabilidade das caracterísiticas das tintas.

Para maiores informações entre em contato conosco através do e-mail: vendas@triplicecor.com.br. Se preferir, ligue para 11 5641-0033 ou acesse o site: www.triplicecor.com.br.

E não se esqueça! Estaremos na ABRAFATI 2011. Visite o nosso stand e confira de perto todas as novidades em corantes, pigmentos e dispersões para o mercado de tintas.

4 de outubro, 2011

A Tríplice Cor desenvolve e comercializa dispersões, pigmentos e corantes para atender às necessidades do mercado de tintas e vernizes (tintas imobiliárias, industriais, automotivas, em pó), tintas flexográficas, plásticos e mercados especiais.





21 de setembro, 2011

Estaremos na Abrafati 2011 – 12º edição da Exposição Internacional de Fornecedores para Tintas.

“A Tríplice Cor fará sua estréia na Abrafati neste ano de 2011 para reforçar sua participação crescente no mercado de tintas e vernizes nestes mais de 12 anos de experiência.

Somos uma empresa especialista em dispersões para diversas aplicações, conciliando as necessidades de nossos clientes às mais novas pesquisas, recursos e tecnologias disponíveis no mercado.

Aproveitaremos esta participação para apresentar nossa linha de dispersões aquosas de pigmentos de alta performance (Resthdisper HP) para o mercado de Tinta Imobiliária, onde nosso cliente contará com pigmentos de alta solidez, independente de sua concentração no produto final.

Para esta linha temos: amarelo, vermelho e alaranjado; cores onde este mercado encontra uma maior dificuldade em obter uma solidez desejável em concentrações mais baixas e limpas. Além desta linha, reforçaremos nossa especialização nas dispersões aquosas de pigmentos orgânicos e inorgânicos e dispersões ecológicas; isentas de produtos que agridem o meio-ambiente, desenvolvidas por profissionais altamente capacitados e com vasta experiência neste mercado.

Contamos também com a parceira da Aakash, uma das principais fabricantes e distribuidoras de pigmentos, corantes e aditivos de altíssima pureza no mundo, com sede nos EUA e fábricas e parceiros na Índia e na China.”

Visite nosso stand e conheça um pouco mais da Tríplice Cor. Teremos um enorme prazer em atendê-lo.

Acesse também nosso site desenvolvido especialmente para Abrafati 2011. Onde você encontra as principais dicas para facilitar a sua visita ao longo dos 3 dias da feira.

Site especial da Abrafati: www.triplicecor.com.br/abrafati2011

19 de setembro, 2011

Neste vídeo você percebe o que acontece quando o mundo deixa de consumir tintas e cores.

As cores são cheias de valores simbólicos, ao começar com as roupas dos bebês – azul para meninos, rosa para meninas, verde ou amarela quando não se sabe o sexo.

Mesmo no mundo moderno, onde crenças supersticiosas em grande parte desapareceram na luz dos conhecimentos científicos, muitas cores mantiveram associações antigas. A maioria das pessoas sabe que as noivas devem usar branco, que “ver vermelho” significa estar com raiva, e que se pode sentir “verde de inveja”.

Parece que agora as marcas perceberam que seus produtos podem ser muito mais do que produtos e cores.

A Tintas Dulux fez um projeto que foi copiado pelo mundo inteiro e que proporcionou um enorme sucesso tanto para a empresa, como para a comunidade em si. Criando valores que jamais foram propostos por uma empresa de tintas, sobretudo, com uma atitude tão simples.

 

 

Há 12 anos, a Tríplice Cor é especialista em pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias para diversos mercados; contribuindo para deixar o mundo muito mais colorido!

Conheça nossa linha ResthDisper, desenvolvida especialmente para o mercado de tintas gráficas, tintas e vernizes e mercados especiais.

24 de agosto, 2011

Produção da Indústria Gráfica cresce 0,8% nos últimos 12 meses.

Balanço do primeiro semestre de 2011, elaborado pela Abigraf, aponta recuo de 0,7% em relação ao mesmo período de 2010.

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) acaba de divulgar dados econômicos relativos ao primeiro semestre de 2011. Levando-se em conta o período que vai de julho de 2010 a junho de 2011, o setor registrou um crescimento de 0,8% em relação aos doze meses anteriores (de julho de 2009 a junho de 2010). No entanto, a produção da Indústria Gráfica recuou 0,7% na comparação entre o primeiro semestre de 2011 e os seis primeiros meses de 2010. A queda reflete o resfriamento da atividade da indústria brasileira registrada no período. Os dados têm como base a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), do IBGE.

Dentro da indústria gráfica, ainda em comparação com o primeiro semestre de 2010, a maior queda foi registrada no segmento de embalagens impressas de plástico, cuja produção recuou 16,3%. Em contrapartida, a divisão de produtos gráficos editoriais cresceu 9,2%.

Apesar do recuo de 0,7% registrado no primeiro semestre de 2011 na comparação com o mesmo período de 2010, a estimativa decrescimento anual da Indústria Gráfica é de 2% em 2011. Segundo o presidente da Abigraf, Fabio Arruda Mortara, a atividade do setor no segundo semestre é tradicionalmente mais aquecida. “É típico do primeiro semestre um crescimento mais tímido. O segundo semestre normalmente é mais forte para a Indústria Gráfica, já que as áreas promocional e caderneira são mais ativas nesta época do ano”, afirma Mortara. “Com a aproximação das festas de Natal, o setor de embalagens também tende a crescer”, completa.

A melhora do quadro já pode ser percebida na comparação dos resultados de junho de 2011 em relação a maio do mesmo ano. Os números indicam aumento na produção da indústria gráfica em 0,3% no período. O nível de produção das indústrias gráficas que atuam no segmento editorial registrou aumento de 5% em relação ao mês anterior, e aumento bastante expressivo, de 21,1%, na comparação com mesmo mês de 2010. Ao compararmos os dados de junho de 2011 com junho de 2010, o nível de atividade do setor gráfico apresentou crescimento de 4,2%.

O IBGE identificou também um crescimento de 0,2% na produção da Indústria Gráfica na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2011. O maior aumento foi no segmento de jornais, que cresceu 3,8% na comparação trimestral.

Balança comercial- De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no 1º semestre de 2011 as exportações brasileiras de produtos gráficos totalizaram US$ 130,04 milhões, representando aumento de 0,4% comparado com o mesmo período do ano anterior. Já o valor das importações das gráficas brasileiras foi de US$ 233,65 milhões, o que significou aumento de 45,5% em relação ao 1º semestre de 2010. Os dados indicam um déficit de US$ 103,6 milhões, o que representa um aumento de 234% no déficit da balança comercial do setor.

Fonte: Revista Fator

15 de agosto, 2011

Olá para todos que acompanham o nosso blog,

Hoje voltaremos à um assunto bastante interessante, já focado algumas vezes, mas que mostra-se essencial para o mercado de pigmentos e corantes. Vamos falar um pouco mais sobre os Pigmentos óxidos de ferro.

Óxido de FerroDesde a Pré-história o homem já fazia uso dos pigmentos para deixar registradas passagens do dia-a-dia nas paredes das cavernas. A partir de elementos naturais como terra, carvão e minerais de ferro, transformados em pó e misturados à saliva ou gordura animal, obtinham a substância para as pinturas rupestres.

Um dos grandes motivos para que possamos hoje conhecer esta arte é a comprovada longa duração desses pigmentos, proporcionada pelo uso do óxido de ferro na sua composição, que as tornaram resistentes as mudanças climáticas e ações dos homens.

Existem dois tipos de óxidos de ferro. O primeiro composto por Fe II e o segundo por Fe III. Suas fórmulas são, respectivamente, FeO e Fe2O3. Também chamados de óxido ferroso e óxido férrico; substâncias diatômicas (formadas por 2  átomos), onde um dos átomos é o O. Normalmente, o mais encontrado na natureza é o Fe2O3, chamado de hematita, que é o principal minério de ferro. Teoricamente, ele contém 70% de Fe. Nossa hematita (território brasileiro) é tão rica que encontramos minérios com 69,5% de Fe (quase pura). As impurezas normalmente são Si, P, Mn, S, todas em pequenas concentrações.

Pigmentos Óxido de FerroOs pigmentos de óxidos de ferro normalmente encontrados em tons de amarelo, ocre e vermelho, possuem forte ligação química metálica, e são extremamente resistentes à luz. Isso se dá pela alta estabilidade garantida pela ligação de íons que em condições normais não é quebrada.

A alta opacidade e poder de cobertura permitem a utilização na fabricação de plásticos, tintas gráficas e tintas e vernizes. Este tipo de pigmento é muito utilizado devido ao baixo custo, excelente cobertura e por conferir ao produto final proteção anti-corrosiva.

Veja neste vídeo como fazer Óxido de Ferro:

Entre em contato conosco e solicite uma amostra para que testes sejam realizados em sua produção/laboratório. Temos certeza que ficará satisfeito com a nossa qualidade.

Atendimento: Tel: 11 5641-0033 / Email:  vendas@triplicecor.com.br / Twitter: @triplicecor

11 de julho, 2011

Bom dia amigos,

O nosso post sobre corantes da semana passada (08/07) nos rendeu inúmeros comentários e solicitações, e a maioria delas foi à respeito da Carta Patente concedida ao químico William Henry Perkin pela invenção do primeiro corante sintético da história.

Atendendo à pedidos, segue a imagem da carta patente em tamanho maior. Logo abaixo da imagem, temos alguns trechos da referida carta traduzidos.

 

Carta Patente para o químico William Perkin – do Rei David Fort, da Paróquia de São George no Oriente, no Condado de Middlesex  – referente à invenção de: “Nova matéria corante, de cor lilás ou roxa, para tingimento de tecidos de seda, algodão, lã ou outros materiais.”

Selado em 20 de fevereiro de 1857, e datado de 26 de agosto de 1856.

ESPECIFICAÇÃO PROVISÓRIA deixada por William Henry Perkin no Gabinete dos Comissários de Patentes, com a sua petição, a 26 de agosto de 1856, que disse:

Eu, William Henry Perkin, declaro a natureza da invenção de “nova matéria corante, de cor lilás ou roxa, para tingimento de tecidos de seda, algodão, lã ou outros materiais”, ser seguinte:

Proporções equivalentes de sulfato de anilina e bicromato de potassa,  devem ser dissolvidos em porções separadas de água quente, e, quando dissolvidas, devem ser misturadas e agitadas, o que provoca a formação de um precipitado negro. Esta mistura, após algumas horas, deve ser jogada em um filtro, sendo o precipitado bem lavado com água, para livrá-lo do sulfato de potassa.  Depois deve ser secada. Quando seca, deve ser cozido em coal-tar nafta, para extrair um marrom (…)

6 de julho, 2011

Vermelho, verde, amarelo, azul, rosa… Dizem por aí que a primeira impressão é a que fica. Em casa não poderia ser diferente. A fachada é o primeiro detalhe que se vê, por isso é importante que ela esteja em harmonia.

Ao pintar o rosto da sua casa, você deve levar em conta o estilo arquitetônico, projeto paisagístico, entorno e muitos outros fatores; como a qualidade do produto escolhido e a manutenção da beleza da cor. Uma dúvida muito comum é a escolha da cor ideal. E se tratando das fachadas, essa dúvida acaba sendo ainda maior.

Além de deixar os imóveis mais bonitos e valorizados, as tintas têm a função de proteger as paredes dos desgastes causados pela ação do sol, da chuva e da maresia. Por isso, na hora de escolher uma tinta para pintar a fachada de seu imóvel é fundamental optar por um produto de qualidade, que vai proteger as paredes por muito mais tempo. Para isso, os pigmentos utilizados na formulação desta tinta são os elementos cruciais.

O mercado oferece uma vasta variedade de produtos específicos para fachadas. A melhor opção para quem procura beleza, resistência e durabilidade na pintura de fachadas é adquirir uma tinta cujos pigmentos possuem características específicas para esse tipo de aplicação.

Conclusão: A fachada de uma casa é onde devemos usar os melhores produtos, pois ela receberá a ação do clima todos os dias. Os pigmentos devem apresentar qualidade elevada,  evitando o desbotamento e a palidez da pintura, causados principalmente pela exposição ao sol, chuva, maresia e umidade.

Fatores determinantes para se avaliar a qualidade do pigmento utilizado nas tintas de fachadas. É fundamental avaliar a solidez à luz e solidez às intempéries.

Na avaliação de solidez à luz, avalia-se se há o risco de variação nas tonalidades com o passar do tempo em decorrência da exposição à luz. Após a avaliação, os pigmentos recebem uma nota que vai de 1 (não resistente) a 8 (excelente resistência). A avaliação quanto a solidez às intempéries é semelhante à de solidez à luz, porém mais severa pois julga também a ação do tempo, bem como do sol, chuva e  poeira.

Obs: A solidez do pigmento depende da concentração utilizada na formulação.

Escolha da cor ideal
A cor da parede é um fator determinante para o sucesso da reforma de uma casa, mas na hora da escolha surge sempre aquela dúvida: qual a tonalidade mais indicada para fachadas? A escolha da cor é algo muito pessoal, mas podemos ajudar com algumas dicas:

Cores claras ou pastéis são sempre bem-vindas em áreas externas. Pelo fato de possuírem pouca quantidade de corante, normalmente apresentam menor teor de desbotamento.

Cores escuras ou intensas  tem como objetivo atribuir destaque a algum elemento da fachada. Por possuírem uma quantidade muito grande de corante, o desbotamento poderá ocorrer de forma mais rápida, especialmente nas cores das famílias dos amarelos, vermelhos, laranjas e roxos, devido à grande concentração de corante de origem orgânica.

Quando você  for escolher tintas para ambientes externos, escolha sempre um tom acima (mais fechado) daquele que deseja.
A luz do sol que incide sobre superfícies externas é total, e por isso abre as tonalidades.

Desbotamento da cor

O desbotamento da cor
O desbotamento ocasiona a perda e/ou mudança de cor do produto por ação/degradação da luz solar.

Porque ocorre?
- Fenômeno natural que ocorre em todos os materiais.
- Devido a resistência física e química de alguns pigmentos, as cores que os utilizam podem apresentar um desbotamento mais acelerado.
- Aplicação de tinta sobre superfícies de alvenaria ainda não curadas (menos de 28 dias), devido a sua alta alcalinidade, também provocam desbotamento das cores.
- Presença de cal e/ou outras substâncias de alta alcalinidade, utilizada como uma demão de tinta. Este tipo de substância eleva demais a alcalinidade da parede, causando desbotamento.
- Eflorescência.

Como evitar?
- Sendo uma característica intrínseca, principalmente dos pigmentos orgânicos amarelos e vermelhos, recomendamos a utilização de cores mais resistentes em ambientes externos.
- Aguardar a cura do reboco (28 dias).
- Utilizar preferencialmente tintas semibrilhantes.
- Não utilizar cal para pintura da parede.

Como solucionar?
- Caso a tinta tenha sido aplicada em superfície não curada, recomenda-se a sua repintura.
- Em caso de desbotamento por limitação do pigmento orgânico, recomenda-se a utilização de um produto semibrilho que, apesar de desbotar, irá resistir por um período maior , ou trocar para uma cor que utilize pigmentos mais resistentes.
- Caso tenha sido utilizado cal e/ou substâncias de alta alcalinidade, é necessário utilizar Fundo Preparador de Paredes e posteriormente a utilização da tinta desejada, preferencialmente semibrilhante.

 

A Tríplice Cor é uma empresa com a qualidade ISO 9001

Controle de qualidade dos pigmentos e corantes 
Para que a cor da fachada continue sempre bonita e com vivacidade, a Tríplice Cor recomenda aos produtores de tintas que sempre verifiquem as especificações técnicas dos corantes e pigmentos utilizados em suas formulações. No momento da escolha do seu fornecedor, mantenha sempre o contato com a equipe de controle de qualidade.

Linhas de pigmentos e corantes com elevada solidez
A Tríplice Cor dispõe de diversas linhas de produtos destinadas ao mercado de tintas imobiliárias. Entre estas linhas podemos destacar algumas que possuem elevada solidez à luz e intempéries. São elas:

- Resth Chrom: É uma linha de pigmentos orgânicos, isentos de metais pesados, com excelente desempenho de solidez a luz e intempéries, assim como boa resistência a temperatura.

- Resth Plex: Linha de corantes complexos metálicos de alta solidez a luz. A alta solidez à luz garante a manutenção da cor por mais tempo, evitando o desbotamento proveniente de prolongadas exposições aos raios UV.

Para conhecer os outros produtos específicos para a aplicação em questão, entre em contato conosco. Será um prazer atendê-lo!

Site: www.triplicecor.com.br / Email: vendas@triplicecor.com.br / Tel: (11) 5641-0033

E não esqueça…

Estaremos na ABRAFATI 2011!

28 de junho, 2011

Fita adesiva, fita gomada ou fita-cola é uma fita de pano, papel ou plástico, com uma superfície coberta por uma substância colante, usada para juntar duas superfícies.

As fitas adesivas são produzidas com filme de polipropileno. Seu adesivo poder ser acrílico ou hotmelt, possuindo alto poder de adesão e resistência a tração. É um adesivo com maior sustentabilidade quando aplicado, e resistente a alterações drásticas de temperatura.

As fitas adesivas podem ser utilizadas nas áreas de: redes de supermercados, escolar, fechamento de embalagens e empacotamento, materiais de construção e escritório, para uso doméstico, papelaria, feiras, exposições e comunicação visual.

Durex
No Brasil é comum chamar durex à fita adesiva transparente de tamanho padronizado de aproximadamente um centímetro de largura, usada para colar papel ou papelão. O nome de durex teve origem no produto fabricado pela empresa de mesmo nome no Brasil a aprtir de 1946, nome esse que acabou por se aplicar a todos os produtos semelhantes.

História da fita adesiva
A história de sua criação remonta ao ano de 1923. A empresa 3M, especializada na produção de lixas de papel, voltou-se para o problema que era cobrir a parte já laqueada de um automóvel a ser pintado em duas cores. E o jovem engenheiro Richard Drew começou a quebrar a cabeça para encontrar uma solução.

Em 1925, ele apresentou uma espécie de fita crepe com cola apenas nas laterais, provavelmente por economia. Na prática, a aplicação não deu muito certo porque a fita não colava direito. Conta-se que um cliente, insatisfeito, devolveu uma encomenda, gritando furioso: “Leve esta porcaria de volta para o escocês do seu patrão!”, referindo-se ao pão-durismo da firma. Foi assim que nasceu o nome da marca, Scotch, utilizado até hoje.

Em janeiro de 1928, surgiu um outro problema que precisava de solução: Um cliente desejava uma embalagem à prova de umidade para cabos de isolamento a serem utilizados em vagões refrigerados. Drew experimentou vários materiais, mas nenhum era suficientemente impermeável.

Foi aí que teve a idéia de tentar com o celofane, um material então relativamente novo no mercado. A própria 3M o utilizava para embalar as fitas adesivas de crepe que produzia. Drew aplicou então, no celofane, a cola utilizada naquelas fitas adesivas. O resultado não foi perfeito, mas animador, de forma que a 3M decidiu dar continuidade ao desenvolvimento da fita adesiva transparente. Foi uma decisão corajosa: as dificuldades em trabalhar o celofane eram tão grandes, que a empresa só as superou em 1930.

Nesse meio tempo, o mundo se transformara. Com a depressão econômica ocasionada pelo crash na Bolsa de Nova York, o surgimento de um artigo de luxo como a fita adesiva transparente parecia inoportuno.

No entanto, logo a clientela descobriu as inúmeras utilidades da fita, que permitia remendar de maneira invisível praticamente tudo que estivesse quebrado ou rasgado. As vendas aumentaram rapidamente a partir de 1932, quando foi introduzido o porta-rolo dotado de serrinha, que facilitava enormemente o manuseio.

Depois da Segunda Guerra Mundial, a demanda explodiu de tal forma que a empresa não dava conta da produção e desculpava-se junto à clientela em anúncios nos jornais. “Durex” no Brasil, “Tesa” na Alemanha: com o passar do tempo, a fita se tornou imprescindível em casa, no escritório, nas lojas e na produção industrial.

Pigmentos para fitas adesivas castanhas

O pigmento marrom, mais conhecido por castanho, é largamente utilizado pela indústria de fitas adesivas; sendo esta cor considerada padrão para este material.

A Tríplice Cor, tem em sua linha de dispersões pigmentárias base água, três produtos altamente indicados para esta aplicação. O Castanho ResthDisper VAC, o Castanho ResthDisper KVAJ e o Havana ResthDisper EP, são produtos isentos de metais pesados e não afetam o meio ambiente.

“Tape Art” e a fita adesiva marrom
Se tem algo que, indiscultivelmente, não possui limites é a criatividade humana. Continuamente procurando e testando materiais, o indivíduo não se basta até pesquisar alternativas e possibilidades em tudo o que vê.

Dentre os que se encaixam nesse perfil está Mark Khaisman, arquiteto ucraniano. A base do seu trabalho é a velha conhecida fita adesiva marrom.

Como a fita possui transparência, a arte, chamada de “Tape Art”, consiste em sobrepor camadas e mais camadas do material até atingir o tom desejado, resultando nas luzes e sombras que dão sentido à figura ou à composição. Para complementar o efeito, a obra é exposta sobre uma caixa de luz que dá a profundidade que nossos olhos precisam para entender.

Arte com fitas adesivas coloridas

Atualmente as fitas adesivas são encontradas nas mais diversas cores, sendo utilizadas por artistas através da conhecida forma de expressão que vem se difundindo pelo mundo inteiro: A “Tape Art”.

O vídeo abaixo mostra como este material  pode se transformar em belíssimos painéis. Incontáveis metros de fita são cortados e colados para dar forma às ideias com cores sólidas, formas geométricas e disposição dinâmica de elementos.

Para a produção de fitas adesivas coloridas, a Tríplice Cor disponibliza a linha ResthDisper, composta por dispersões de pigmentos das mais variadas cores.

Quer saber qual o produto ideal para a sua produção?
Entre em contato conosco e tire suas dúvidas.
Acesse: http://www.triplicecor.com.br/

Se preferir, mande um e-mail para: vendas@triplicecor.com.br ou entre em contato através da nossa central de atendimento (Tel.: 11 5641.0033).

Quer conhecer os nossos produtos e equipe de perto?

Visite-nos na ABRAFATI 2001.

22 de junho, 2011

Cantada por muitos como cor da paixão, o carmim caracteriza a sensualidade feminina, marcada nas unhas, vestidos e acessórios de cor vermelha utilizados para avivar a beleza da mulher.

A cor, vermelha intensa, é uma susbstância corante extraída da cochonilha-do-carmim (Dactylopius coccus, parente do pulgão). Por extensão, carmim é também considerada uma cor muito próxima ao magenta.

O corante de cor vermelho-escura é utilizado em larga escala pela indústria cosmética e alimentícia, emprestando sua cor a biscoitos, geléias, sobremesas, sendo também utilizado em medicamentos e roupas.

História da cor Carmim

1774 - O maquiador particular de Maria Antonieta cria nove tonalidades de ruge exclusivas para a rainha. A cochonilha (um corante de cor carmim), retirada de um inseto de mesmo nome, se tornou a base principal para o ruge.

Os Espanhóis, com a conquista de terras no Novo Mundo no século XVI,  introduziram novos pigmentos e cores para os povos de ambos os lados do Atlântico. Carmim, um corante e pigmento derivado de um inseto parasita encontrado na América Central e América do Sul , alcançou status de grande valor na Europa.

Produzido a partir de insetos Cochonilha, secos e triturados, o carmim poderia ser utilizado na tintura de tecidos, pintura corporal, ou em forma sólida, para quase todos os tipos de tintas e cosméticos .

O corante cochonilha, no entanto, é conhecido e utilizado desde as civilizações asteca e maia. Os nativos do Peru já conheciam como produzir o carmim a partir da Cochonilha, como corante para tecidos, pelo menos desde 700 d.C, mas os europeus nunca tinham visto a cor antes.

Durante o período colonial mexicano, a produção do corante cochonilha (conhecido por grana fina) cresceu rapidamente.

Quando os espanhóis invadiram o Império Asteca, o que é hoje o México, eles foram rápidos em explorar a cor para novas oportunidades comerciais. O carmin, a partir de então, se tornou a segunda mais valiosa mercadoria da região, próxima à exportação de prata.

O corante era consumido em larga escala na Europa e seu valor era tão alto no mercado industrial que seu preço chegou a ser negociado na Bolsa de Mercadorias de Londres e Amsterdam.

Após a Guerra da Independência do México, entre 1810–1821, o monopólio da produção de cochonilha chegou ao fim. Produçõesem larga escala começaram a ser feitas na Guatemala e nas Ilhas Canárias. A demanda por cochonilha diminuiu ainda mais quando surgiu no mercado a alizarina, derivada das raízes da garança (Rubia tinctorum), em 1869 e durante o resto do século XIX com os corantes sintéticos. Isto representou um grande choque para a Espanha, já que que diversas fábricas produtoras de corante cochonilha faliram por não conseguirem competir com seu processo praticamente artesanal de cultivo do inseto em face da escala industrial dos corantes sintéticos com seus preços em queda devido ao aumento na produção.

Devido à forte concorrência dos produtos industrializados, a produção deste corante praticamente parou durante o século XX e foi mantida apenas com o propósito de manter a tradição indígena mexicana.

Apenas nos últimos anos a cochonilha voltou a ser comercialmente viável, ainda que muitos consumidores não saibam que a expressão “corante natural” se refere à tinta derivada de um inseto, ou pelo menos ao vermelho-escuro deste.

Uma das razões que trouxeram o corante cochonilha de volta ao mercado é o fato de que ele não é tóxico ou cancerígeno como muitos outros corantes vermelhos artificiais. No entanto, há evidências de que uma pequena porcentagem de pessoas, quando exposta à cochonilha, possa ter uma reação de choque anafilático.

Pigmentos e Dispersões Tríplice Cor

A Tríplice Cor disponibiliza a cor carmim (Carmim ResthDisper HB / PR 146) em sua linha de dispersões pigmentárias base água, composta por pigmentos orgânicos e inorgânicos, destinada à coloração e tingimento de balões de látex, giz, domissanitários e TNT (Tecido não tecido).

Além disso, o carmim pode ser encontrado na linha Resth Print - Linha de pigmentos orgânicos, isentos de metais pesados, específicos para o segmento de impressão gráfica.

Necessitando de maiores informações entre em contato conosco através do e-mail: vendas@triplicecor.com.br ou através da nossa central de atendimento (11 5641-0033).

E não esqueça… Estaremos na Abrafati 2011.
Contamos com a sua presença!

17 de junho, 2011

O branco é a mistura de todas cores. Isso mesmo! As cores são luzes emitidas pelo sol ou pela lâmpada elétrica que imita a luz solar. Quando esses raios de luz chegam até nossos olhos ao mesmo tempo, enxergamos a cor branca. Isso ocorre por causa de dois tipos de células que nos permitem distinguir as cores: uma forma as imagens em tons de cinza; o outro, em cores.

Entre as células que permitem ver o colorido há as que definem o azul, o verde e o vermelho. Todas as outras são derivadas dessas três. Pode ser estranho pensar que verde e vermelho resultam em amarelo, mas não se pode esquecer que as cores que enxergamos, na verdade, são luzes, que se separam em diversas tonalidades. Prova disso é o arco-íris que transmite essas três cores; as outras quatro são derivadas delas (lembra, são sete no total!).

Mas os olhos não fazem essa tarefa sozinhos. Só conseguimos diferenciar uma cor da outra porque, quando a luz entra pelos nossos olhos e bate nessas células, mandam uma mensagem para o cérebro dizendo o que devemos enxergar.

Quem nasce com um tipo de problema nas células da visão é chamado de daltônico e não consegue distinguir as cores como as demais pessoas. Se a célula do vermelho não funciona, por exemplo, o daltônico só vai enxergar em tons verde e azul.

No entanto é preciso entender que a mistura de cores para formar as tintas e os lápis é bem diferente. Nesse caso, são divididas em três cores básicas – ciano (azul), amarelo e magenta (tipo rosa-choque fortão) – que criam todas as outras. A mistura de ciano e amarelo, por exemplo, produz verde, e as três juntas criam o preto.

Saiba mais

A tinta é formada por três substâncias básicas: pigmento (o que dá a cor), aglutinante (para fazê-la grudar na superfície) e carga (usada para diminuir a concentração do pigmento). A tinta branca é feita com dióxido de titânio, única substância encontrada na natureza com esse pigmento de grande durabilidade. Ele é abundante na Terra e pode ser encontrado em meteoritos e diversos minerais. As fábricas de tinta no Brasil importam o dióxido da Alemanha, China e Rússia.

As cores deixam tudo mais bonito e transmitem sensações capazes de influenciar as pessoas. Podem trazer alegria e aconchego, mas também tristeza e agressividade. Tons fortes tornam-se cansativos, enquanto os suaves acalmam. O branco lembra paz e pureza, transmite sensação de limpeza e ordem. É a cor que melhor combina com as outras. A preta lembra noite, tristeza e morte. A amarela traz alegria e é a cor da atenção. O vermelho representa perigo e passa a ideia de . O azul lembra céu e mar e transmite tranquilidade. O verde é a cor da esperança, da natureza e da saúde.

Os irmãos Samuel, 9 anos, e Felipe Alves Viana, 5, de São Caetano, adoram desenhar, mas o mais velho quase nunca usa o lápis branco. “Acho sem graça”, diz Samuel, que não quer saber como ela é feita. Já Felipe adora essa cor. “É bom para usar em papéis coloridos.”

Consultoria de Pierluigi Piazzi, professor e autor de obras sobre Física, e Magna Sperb, artista plástica

*Fonte: Diário do Grande ABC  (Caroline Ropero)

 

A Tríplice Cor, empresa especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de pigmentos, corantes e suas dispersões; disponibiliza o pigmento branco em pó e em pasta para diversas aplicações. Tais como: Tintas imobiliárias, industriais, tintas em pó, flexográficas, plásticos e mercados especiais (domissanitários, látex, linha escolar, entre outros).

Para maiores informações sobre os nossos produtos, entre em contato conosco e solicite a amostra desejada.
Site:
www.triplicecor.com.br
E-mail: vendas@triplicecor.com.br
Tel.: 11 5641-0033

16 de junho, 2011

Muito se fala sobre os pigmentos perolizados. A beleza e o brilho transformam esse pigmento de efeito em um dos mais requisitados pelo mercado atualmente. Porém, poucos sabem a composição deste produto.

Para os interessados no assunto,  vale ressaltar que os pigmentos perolizados são compostos de mica revestida por camadas bem finas de dióxido de titânio (ou Fe2O3).

A mica é um mineral funcional com propriedades muito raras e exclusivas, que determinam sua funcionalidade de alto desempenho em diversos materiais, tais como: tinta, papel, borracha, plásticos e outros. Uma de suas mais apreciadas propriedades é que designa o seu nome (O termo mica / do latim: micare, significa brilho).

O brilho do pigmento perolizado deve-se ao efeito que, dependente do ângulo de visão, é ocasionado pela transmissão da luz. As partículas transparentes de mica permitem que parte da luz incidente seja transmitida. Este efeito é também influenciado pelo tamanho de partícula da mica, de modo que quanto maior a partícula maior é o brilho; o oposto provoca um efeito acetinado.

Os pigmentos de mica recobertos com dióxido de titânio são capazes de suportar meios ácidos e alcalinos e possuem alta resistência térmica, não são combustíveis, não conduzem eletricidade e são inócuos a saúde humana. Por esta razão, os pigmentos perolizados a base de mica podem ser usados em quase todos os tipos de termoplásticos, embalagens, brinquedos, tintas e coberturas automobilísticas.

A Tríplice Cor disponibiliza pigmentos perolizados em pó à base de mica e dióxido de titânio (TiO2), disponível em diversas cores e diferentes tamanhos de partículas, resistentes à altas temperaturas e isentos de metais pesados.

Em nosso post “Pigmentos Perolizados” você encontrará um excelente conteúdo à respeito da beleza destes pigmentos de efeito, tão atraentes aos nossos olhos.

Para maiores informações entre em contato conosco através do nosso e-mail: vendas@triplicecor.com.br ou pelo telefone 11 5641.0033

6 de maio, 2011

Após um breve intervalo, voltamos com a nossa série “Especial Plásticos”.  E hoje, o nosso foco será voltado para o “famoso” PVC.

Boa Leitura!

O PVC (policloreto de vinila), um pó muito fino, de cor branca, e totalmente inerte, não é um plástico como os outros, é o único que não é 100% originário do petróleo. A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, um recurso natural renovável.

O PVC contém, em peso, 57% de cloro (derivado do cloreto de sódio – sal de cozinha), sendo os 43% restantes obtidos a partir petróleo, utilizado na forma de eteno. Devido a essa baixa dependência do petróleo, o PVC consome apenas 0,3% do petróleo extraído no mundo, índice bem pequeno levando-se em consideração que é um dos três plásticos mais utilizados.

Deve-se destacar que o Brasil possui tecnologia pra sua obtenção a partir do álcool da cana-de-açúcar, tornando-se também um recurso renovável e, por conseguinte, inesgotável.

Essas constatações, por si só, já credenciam o PVC como um plástico que atende a um dos requisitos básicos do Desenvolvimento Sustentável. PVC, um plástico 100% reciclável.

O Policloreto de Vinila (PVC) é um dos plásticos mais versáteis, e devido a esta característica este é um dos materiais mais estudados e utilizados da atualidade.

Os dois principais processos de obtenção do PVC são a polimerização em suspensão e a polimerização em emulsão.

As diferenças entre os processos de suspensão e emulsão se manifestam no tamanho e nas características dos grãos de PVC obtidos, sendo utilizados segundo as aplicações e os resultados que se desejam obter.

A grande versatilidade do PVC atribui-se principalmente à necessidade e à capacidade de incorporação de aditivos antes de sua transformação no produto final. O grande teor de cloro presente na estrutura molecular do PVC lhe confere alta polaridade, o que aumenta sua afinidade e permite sua mistura com uma grande gama de aditivos. Através da escolha e da dosagem adequadas dos componentes da formulação, podem-se obter materiais poliméricos feitos sob medida para aplicações específicas. Dessa maneira, o PVC pode ter suas características alteradas dentro de um amplo espectro de propriedades.

Dentre os principais aditivos que podem ser incorporados ao PVC, destacam-se: plastificantes (dão ao PVC flexibilidade), estabilizantes (protegem o PVC contra a degradação do calor e da luz), antiestáticos, lubrificantes (os internos reduzem a viscosidade do PVC fundido. Os externos impedem a aderência e retardam a solidificação), pigmentos (dão ao PVC a coloração desejada, a opacidade e a proteção contra os raios ultra violeta), espumantes, cargas (melhoram as propriedades mecânicas e reduzem o custo) e modificadores de impacto, obtendo peças com várias durezas (desde produtos rígidos como tubos e conexões até produtos flexíveis como sandálias e mangueiras de jardim); peças translúcidas, cristalinas ou opacas; peças brilhantes ou foscas; peças compactas (sólidas) ou espumadas (expandidas); superfícies com texturas diferenciadas e peças com diversas cores (aspecto perolizado, alumínio, metálico etc.).

Características do PVC:
- Leve (1,4g/cm3), o que facilita seu manuseio e aplicação;
-Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores;
- Resistente à maioria dos reagentes químicos;
- Bom isolante térmico, elétrico e acústico;
- Sólido e resistente a choques;
- Impermeável a gases e líquidos;
- Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia);
- Durável: sua vida útil em construções é superior a 50 anos;
- Não propaga chamas: é auto-extinguível;
- Versátil e ambientalmente correto;
- Reciclável e reciclado;
- Fabricado com baixo consumo de energia.

As propriedades, características e relação custo/beneficio do PVC, quando combinados, revelam suas potencialidades de aplicação.

Aplicações:
O PVC é largamente utilizado tanto na área médica e alimentícia quanto na construção civil, setor de embalagens, calçados, brinquedos, fios e cabos, revestimentos, indústria automobilística, e muitos outros; onde sua presença tem se mostrado tão necessária quanto indispensável. Isto pelo fato do PVC ser um plástico versátil, resistente, impermeável, durável, inócuo e 100% reciclável; que não se corrói, é isolante térmico e acústico e não propaga fogo, podendo ser produzido em qualquer cor, desde transparente até opaco e de rígido a flexível.

- Produtos médico-hospitalares:
Embalagens para medicamentos, bolsas de sangue, tubos para transfusão e hemodiálise, artigos cirúrgicos, além de pisos de salas onde é indispensável o alto índice de higiene;

- Janelas:
Oferecem excelente resistência às mudanças de clima e à passagem dos anos, mesmo em ambientes corrosivos (por exemplo, beira-mar), em áreas rurais ou urbanas;

- Pisos e revestimentos de paredes:
Peças decorativas, resistentes e facilmente laváveis;

- Brinquedos e artigos infláveis:
Bolas, bóias, colchões e barcos, etc.;

- Artigos escolares:
Facilmente moldados, têm grade variedade de aspectos (cor, brilho, transparência) e baixo custo;

- Embalagens:
Usadas para acondicionar alimentos, protegendo-os contra umidade e bactérias. Estas embalagens são impermeáveis ao oxigênio e ao vapor, dispensando assim, o uso de conservantes, preservando o aroma;

- Tecidos espalmados decorativos e técnicos:
Usados principalmente para móveis, vestuários, malas e bolsas;

- Garrafas para água mineral:
Leves, transparentes ou coloridas;

- Estruturas de computadores:
Assim como peças técnicas destinadas à indústria eletrônica;

- Automóveis:
Aplicado a revestimento de interiores devido à sua facilidade de moldagem e de manutenção;

- Tubos e conexões:
Utilizados na canalização de água (potável ou não) e esgotos, pois são resistentes e facilmente transportados e manipulados graças ao seu baixo peso. No caso da água potável evita contaminações externas e previne perdas por vazamento, devido à fácil e eficiente soldagem entre os tubos e as conexões. Também são muito utilizados em sistemas de irrigação, de redes subterrâneas e de superfícies a tubulações e filtros para poços profundos e minas, além de redes de drenagem agrícolas e de estradas;

- Mangueiras:
São flexíveis, transparentes e coloridas;

- Laminados:
Utilizados para embelezar e melhorar painéis de madeira e metal. Resistem bem ao tempo, aos raios ultravioletas, à corrosão e à abrasão;

- Laminados impermeáveis:
Utilizados em piscinas, túneis e tetos. Também utilizados para a impermeabilização de aterros sanitários, protegendo o solo e lençóis freáticos

- Frascos para acondicionar cosméticos e produtos domésticos:
Por sua impermeabilidade e resistência a produtos químicos e ótima relação custo benefícios na hora da troca de moldes, além de facilitar o design;

- Móveis de jardim:
Têm grande resistência às variações climáticas e são de fácil manutenção.

Pigmentos para PVC:
A Tríplice Cor apresenta uma variedade de Pigmentos que podem ser aplicados na fabricação dos espalmados de PVC , PVC Plastificado, objetos fabricados através de rotomoldagem, assim como em processos onde utiliza-se o PVC-R.

Acesse o nosso site e confira as propriedades das seguintes linhas: Resth Chrom, Resth Plast, Resth Ultramar, Resth Oxido, Resth Fluor, Resth Pearl, Resth Dyes K, Resth Dyes V e Ecodisper.

Vale lembrar que os nossos posts sobre plásticos e pigmentos de utilização estão disponíveis para a apreciação de todos.
Confiram!

Especial Plásticos: PMMA

Pigmentos utilizados para colorir o polietileno (PE)

O que é Plástico Polietileno – PE

Pigmentos para Plásticos

4 de abril, 2011

Pigmentos Fluorescentes

Retomando a tendência dos anos 80, as cores fluorescentes ou flúor, como são chamadas pelos mais íntimos dessa moda, não aparece apenas nos pequenos detalhes; cada dia mais está tomando as ruas e as prateleiras de todos os setores do mercado.

Os tons mais utilizados como laranja, rosa, azul, verde e amarelo estão esgotados em todos os lugares. Alternadas com cores pastéis e com cores menos vibrantes, os fluorescentes chegaram e conquistaram seu espaço na moda.

A Tríplice Cor, visando esta nova tendência, oferece ao mercado a linha ResthFluor H27.

Produto inovador, produzido com a mais alta tecnologia de polimerização por emulsão, onde são obtidas partículas homogêneas e esféricas, com tamanho médio de partícula de 1 µm, o que proporciona cores muito puras, com uma maior fluorescência e um excelente poder tintorial, sendo utilizado nos diversos campos de aplicação base água (tinta, têxtil, látex).

Desenvolvemos e fabricamos dispersões de pigmentos fluorescentes com cores extremamente puras e máxima densidade de cor. A nossa linha Resth Fluor é utilizada para o tingimento de diversos materiais. Tais como: plásticos, látex, TNT e produtos da linha escolar.

Entre em contato conosco. Teremos um enorme prazer em atendê-lo.

Atendimento:
- Telefone: 11 5641-0033
- Email: vendas@triplicecor.com.br
- Twitter: @triplicecor

24 de março, 2011

Desenvolvemos e fabricamos os pigmentos mais brancos à base de dióxido de titânio do mercado nacional.

Há 11 anos, somos especialistas na fabricação e comercialização de pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias para atender às diversas necessidades do mercado.

18 de fevereiro, 2011

Caros amigos e usuários do nosso blog,

Hoje falaremos um pouco sobre a Beleza e Segurança. Assunto que raramente existe sinergia.

O termo domissanitário é utilizado para classificar os saneantes de uso domiciliar, mais conhecidos como produtos de limpeza, são os desinfetantes, detergentes, alvejantes, saponáceos, inseticidas entre outros.

Como em qualquer outro produto consumido as embalagens são parte fundamental de sua comercialização influenciando diretamente na escolha com seus rótulos e cores que atraem e cativam o consumidor. Sem dúvidas, a cor da embalagem compõe com a forma, um dos elementos principais de atração em relação a ele, funcionando como a “roupa a do produto”.

No caso dos domissanitários mais do que estética as cores também tem a função de classificar as categorias de produtos, indicando qual seu nível de toxidade, como no caso dos inseticidas e raticidas que devem conter uma faixa indicativa toxicológica.

Segundo a Divisão Nacional de Vigilância Sanitária de Produtos Saneantes Domissanitários, essa faixa deve ter altura equivalente a 1/10 da altura do rótulo e nunca ser inferior a 1 cm e as cores devem ser:

- Vermelho Vivo para os produtos muito tóxicos que contenham fosfetos metálicos, fluoracetato de sódio (1080) e fluoracetamida (1081);

- Amarelo Intenso para produtos medianamente tóxicos à base de compostos organofosforados, carbamatos e para os raticidas à base de compostos de ação anticoagulante;

- Azul Intenso para os pouco tóxicos como os inseticidas domissanitários à base de compostos organocloratos e para raticidas à base de cila vermelha.

- Verde Intenso para identificar os praticamente não tóxicos, para os inseticidas domissanitários à base de esteres do ácido crisantêmico, nataftaleno e para-diclorobenzeno e também para os raticidas à base de norbormida.

A Tríplice Cor possui linhas para colorir o setor de embalagens como a Resth Print de pigmentos orgânicos, isentos de metais pesados, específicos para o segmento de impressão gráfica, como rótulos e embalagens impressas, levando em consideração seu alto poder de tingimento e transparência, que são fatores extremamente relevantes para esse mercado.

E a linha Resth Plast de pigmentos orgânicos, isentos de metais pesados, que possuem como principal característica elevada solidez a temperatura. Apresenta baixa dureza de grãos e excelente propriedade para os processos de extrusão e injeção de plásticos. Além disso, evita que partículas de pigmentos fiquem visíveis no produto final. Possui boa dispersabilidade, estabilidade e ampla variedade de cores. Assim a Tríplice Cor contribui para embalagens bonitas e seguras.

Entre em contato conosco e solicite a visita de um representante mais próximo da sua região.

Temos certeza que lhe ajudaremos a encontrar o melhor pigmento, corante e dispersão pigmentária para otimizar ainda mais a sua produção. Afinal, esse é o nosso trabalho há 11 anos!

– Você realmente sabe o que são domissanitários?
Domissanitário é um termo utilizado para identificar os saneantes destinados a uso domiciliar. Os saneantes são substâncias ou preparações destinadas à higienização, desinfecção ou desinfestação domiciliar. São exemplos de saneantes os detergentes, alvejantes, amaceante de tecido, ceras, limpa móveis, limpa vidros, polidores de sapatos, removedores, sabões, saponáceos, desinfetantes, produtos para tratamento de água para piscina, água sanitária, inseticidas, raticidas, repelentes, entre outros.

São produtos, que pela sua composição, podem causar acidentes e danos à saúde das pessoas e animais apresentando diversos graus de toxidade.

14 de fevereiro, 2011

Sempre que vamos comprar algo novo, algo que não temos o hábito de consumir, nos perguntamos qual modelo, qual marca, qual das diferentes qualidades disponíveis de determinado produto valeria mais à pena.

Perguntamos aos amigos, colegas de trabalho, família, quem quer que tenha alguma experiência de uso no que estamos buscando, para termos certeza de que encontraremos de fato aquilo que queremos – e de que não iremos nos arrepender após a compra, por descobrirmos que o novo bem não atende às nossas necessidades da forma que imaginávamos.

Isso é assim com automóveis, roupas, eletrodomésticos, eletrônicos, produtos de limpeza, cosméticos, viagens, comidas e muito mais…  Porém, isso acontece também com pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias.

Há 11 anos trabalhamos com pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias. Somos referência nacional em dispersão e comercialização de soluções pigmentárias.

A Tríplice Cor assegura que a qualidade não é garantida apenas pela utilizaçăo de meios de fabricaçăo adequados e de profissionais treinados: o essencial é criar e manter um sistema de gestăo da qualidade que assegure sua evoluçăo, aprimoramento e constância.

Por seguir esta premissa, em julho de 2010, a Tríplice Cor conquistou o certificado ISO 9001 versão 2008; com o escopo: Desenvolvimento, fabricaçăo e comercializaçăo de corantes, pigmentos e suas dispersões.

Esse marco é um selo de garantia adicional que reafirma o compromisso da Tríplice Cor com a qualidade do que faz, atestando a excelência dos processos voltados para a especialidade – pigmentos, corantes e dispersőes.

O processo de revisăo da ISO 9001: 2008, mantém sua essência inalterada, tendo os princípios de gestão, abordagem de processos, títulos, campo de aplicaçăo e estrutura vigentes; porém, aperfeiçoados, com maior clareza e melhoria na tradução, aumentando a consistência com a família 9000 e a sinergia com os conceitos da gestão ambiental da ISO 14000.

Tire suas dúvidas, dê sugestões, peça informações de acordo com a sua necessidade. Será um prazer atendê-lo.

Entre em contato conosco e solicite a visita de um representante mais próximo da sua região.

Temos certeza que lhe ajudaremos a encontrar o melhor pigmento, corante e dispersão pigmentária para otimizar ainda mais a sua produção.

7 de fevereiro, 2011

18 de janeiro, 2011

Sendo a cor uma sensação, só podemos expressar nossos sentimentos, situações e emoções que ela nos evoca através da linguagem falada, escrita ou pictórica. Através da linguagem, damos nomes às cores, carregados de significados, para dizer que estamos vivendo um “dia cinzento” ou um “dia negro”. Ou então que está “tudo azul”, ou que temos uma “vida cor-de-rosa”, mesmo estando “amarelado de inveja”, “vermelho de raiva” ou “roxo de frio”.

E quando estamos no “verde-esperança”? Qual é a cor exata desse verde? Pensando nisso, resolvi pesquisar sobre os nomes da cor verde. Para minha surpresa, descobri que o verde é a cor que mais variedades têm em relação às demais. Vejam alguns deles, bem conhecidos:  verde-bandeira, verde-esmeralda, verde-fluorescente, verde-garrafa, verde-militar etc.

Na linguagem das cores, existe uma relação com as substâncias e os lugares de origem das matérias utilizadas na fabricação das tintas artísticas, com nomes específicos, encontrados em qualquer catálogo de tintas. Por exemplo, no gráfico abaixo temos uma média para as quatro cores básicas mais conhecidas, considerando apenas as cores correspondentes às tintas tradicionais usadas na pintura, descartando as versões da mesma cor, do tipo escura ou clara.

Nas culturas orientais, o verde pode ter diferentes significados. Da mesma forma que na cultura ocidental as cores são relacionadas a alguma virtude ou valor, no Oriente elas podem ser ligadas a certas armadilhas. Os japoneses, por exemplo, criaram um sistema de armadilhas relacionadas às cores, buscando aproximar-se do conhecimento absoluto, pois quando ocorria algum desastre da natureza, este era relacionado aos deuses. O verde significava seca e desastres relacionados às florestas.

O verde é também uma cor sagrada para os muçulmanos, que representa o sinal livre para a imortalidade. Para os povos nômades do deserto, o verde é sinônimo de oásis, isto é, de uma benção.

Para nós, o verde é a cor do equilíbrio, da esperança e da segurança, situada no centro do espectro, em torno de 520nm de comprimento de onda. Assim, representa a tranquilidade pelas alternâncias entre quente e frio, alto e baixo, outono e primavera etc. Simboliza também a persistência, o orgulho, o conservadorismo e o dinheiro. Negativamente, é associada à teimosia e à avareza, devendo ser canalizada positivamente para a perseverança e a generosidade. Verde é ainda uma cor espiritual, restauradora da psique e do corpo.

Para nós, do ocidente, o verde é símbolo da natureza, das matas, da abundância do campo (quem planta, colhe). Assim, o verde é a cor por excelência da ecologia. Veja quantos verdes se ligam a frutos, vegetais, hortaliças, matas etc:

- Verde-abacate,
- Verde-alface,
- Verde-floresta,
- Verde-folha,
- Verde-grama,
- Verde-lima,
- Verde-limão,
- Verde-mar,
- Verde-musgo,
- Verde-oliva,
- Verde-pinho,
- Verde-primavera.

Mas qual é o padrão da cor verde-esperança? A resposta é: seu rico simbolismo.

* Nelson Bavaresco – designer gráfico e pesquisador. Ministra cursos e treinamentos sobre Teoria e História das Cores – Linguagem e Significado da Cores – Harmonia e Mistura de Cores. É autor do Sistema de Cores Cecor.

Fonte: Matéria retirada do site Mundo Cor.