18 de maio, 2010

Dedicação que gera resultados

É cada vez maior a demanda brasileira por pigmentos, e o ritmo que vem se desenvolvendo no mercado em ascendência acompanha o aumento de poder de consumo em vários setores do Brasil.

Os pigmentos metálicos e perolizados usados no segmento industrial, plástico, eletro-eletrônicos, e a divulgação da associação dos efeitos desse tipo de pigmento, ligadas à ampliação de valor, luxo e qualidade, colaborou com o crescimento.

Nesse momento de mercado em ascensão, as potências começam a ganhar visibilidade, e os produtores de qualidade passam a se destacar.

A Tríplice Cor acompanhando as ondas de crescimento no mercado, garantida pela sua qualidade, vem alcançando excelentes resultados e tem ganhado evidência no mercado. Uma pesquisa realizada recentemente pela revista especializada Paint & pintura confirma o êxito conquistado pela dedicação que a Tríplice Cor empenha.

Comparada aos anos anteriores a pesquisa documenta a grande evolução conquistada pela Tríplice Cor.

A qualidade da Tríplice Cor permite que ela continue crescendo acompanhando o crescimento de mercado e colocando-se cada vez mais em evidência e como referência no setor.

13 de maio, 2010

Notícias de pigmentos e corantes pelo mundo

É muito comum vermos em filmes ou seriados europeus e norte-americanos, o latino americano e o brasileiro retratados como povos alegres e muito coloridos, sempre com casas muito bem enfeitadas e roupas vibrantes. Isso não é novidade, e vem sendo assim já há muito tempo. Agora as cores retratadas nos filmes passaram de verdade a fazer parte do cotidiano.

O momento é de colorir, e a tendência se confirma não só pelas vitrines de lojas multicoloridas mesmo no inverno. As evidências dessa onda de cor se estendem aos acessórios, mobiliários, interiores e fachadas das casas e prédio comerciais.

Acompanhando esse momento, está sendo desenvolvido um projeto de restauração de centros históricos. O projeto já colocado em prática coloriu os antigos casarões do bexiga, os prédios do pelourinho e toda a fachada da fundição progresso no Rio de Janeiro, tudo isso com a contribuição dos moradores locais que fazem o trabalho de pintura dos prédios. A próxima etapa do projeto pretende passar por comunidades no Rio de janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, levando cor e alegria para seus habitantes.

A redução do IPI, o aumento nos prazos de financiamento e a queda nos juros para materiais de construção colaboraram para que o aumento nas vendas de tintas chegasse a 23%, o segundo maior crescimento no segmento, ficando atrás apenas do cimento. E a expectativa continua positiva para todo o ano de 2010 visando os números positivos da construção civil. Leia reportagem completa aqui.

Dessa forma percebemos que por algum tempo o mercado ficará aquecido e a procura por corantes, pigmentos e dispersões, principalmente para tintas continuará em alta.

10 de maio, 2010

Já vimos em muitos outros posts que as cores, corantes, pigmentos e dispersões possuem papel de grande importância na dinâmica de nossas vidas. Portanto são temas de diversas pesquisas e notícias. Vamos fazer aqui um resumo das descobertas recentes nessa área.

Foi descoberto em Barcelona um pigmento raro e antigo chamado de azul egípcio ou azul de Pompeia. Durante os trabalhos de restauração em um altar da igreja de Sant Pere de Terrassa, os pesquisadores da Universidade de Barcelona descobriram restos do pigmento azul, considerado o primeiro pigmento sintético do mundo. Esse pigmento azul foi muito utilizado até o fim do Império Romano. Com aparência semelhante a do lápis-lazúli o azul egípcio era comumente usado para decorar objetos e murais. Geólogos afirmam que o mural pode estar ali há muitos séculos. O artigo da descoberta foi publicado no jornal Archaeometry. Leia a matéria na integra.

Ainda na área das descobertas, Segundo o artigo publicado no Journal of the American Chemical Society, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de um novo pigmento azul proveniente do óxido de manganês. Se comprovada a utilização do pigmento, seria possível produzir pigmentos menos agressivos ao planeta e de baixo custo de fabricação. Veja aqui detalhes da reportagem.

Outra aposta dos pesquisadores para o mercado de tintas são as chamadas tintas do futuro e os estudos relacionados à psicologia das cores. Já estão sendo desenvolvidas tintas que recriam o aspecto dos quadros negros, tintas imantadas, anti-ferrugem e até tinta anti-insetos. Na área da psicologia das cores os estudos voltados principalmente para os bebês, tentam criar ambientes propícios para seu desenvolvimento, demonstrando que as cores vivas como o vermelho e azul os estimula, cores intermédias como o rosa e o amarelo acalmam, e as cores suaves como azul céu e amarelo pastel causam o efeito de bem-estar. Leia mais.

Além da beleza, as cores ainda podem servir como forma de expressão e protesto pacífico. Foi o que aconteceu na Alemanha, um cruzamento de um dos principais pólos culturais de Berlim se tornou uma obra de arte coletiva. Litros de tintas laváveis foram despejados na frente dos carros que obrigatoriamente distribuíram com seus pneus o líquido formando um painel a céu aberto. O art attack ainda contava com folhetos divulgando as propriedades laváveis, biodegradáveis e orgânicas das tintas.Confira mais imagens.

Logo mais traremos mais notícias, novidades e curiosidades do mercado de tintas, corantes e pigmentos correntes no mundo.

4 de maio, 2010

Presença no nosso cotidiano de brincadeiras a propagandas

Já parou para pensar em quantas coisas ao nosso redor o amarelo está presente? Se listarmos puxando da memória teremos centenas de elementos dessa cor em nosso cotidiano.

Na nossa alimentação no maracujá, no melão, na banana e na gema de ovo. Nas ruas o encontramos no semáforo indicando cautela, o amarelo pode ser nome de febre ou de história infantil como no Sítio do Pica-Pau Amarelo, no diminutivo vira brincadeira com a amarelinha e até a vaca pode ser amarela, pode ilustrar hesitação como quando certo jogador “amarelou”. Na alegria de um dia ensolarado com o sol brilhando bem amarelo e os girassóis que vão ao seu encontro estampando a mesma cor. Seriam inúmeros os amarelos diários.

A cor amarela junto com a vermelha e a azul formam as cores primárias que não são produtos da junção de outras cores. Seu nome pode ter se originado na expressão árabe amirahah ,que significa homem amarelo, e faz alusão aos orientais, ou ainda, conta uma lenda antiga, que se acreditava que a icterícia, doença que deixa as crianças amarelas, vinha da bílis, uma secreção produzida pelo fígado na época chamada de “humor amargo”, no latim amargus no diminutivo vira amarellus e pode ter batizado a cor.

O amarelo, presente também na bandeira de nosso país representando o ouro aqui encontrado por nossos colonizadores, por muito tempo teve a função de indicar o luxo do precioso mineral. Na antiguidade durante anos o amarelo foi usado como sinal de esperança e as mulheres esperavam seus homens voltarem da guerra usando fitas amarelas. No Egito o amarelo era usado em momentos de tristeza e lamentação e atores da idade média usavam o amarelo para representar a morte.

O amarelo possui maior velocidade cromática, portanto chega mais rapidamente à retina e por esse fato é uma cor muito utilizada em publicidades, logotipos e embalagens.

A Tríplice Cor possui na linha Resth Print de pigmentos orgânicos e inorgânicos o amarelo Resth Print 2R PY 13, o amarelo Resth Print XIV PY14 e o amarelo Resth Print Y-12 PY 12 que são ideais para o segmento de impressão gráfica, pois, foram cuidadosamente selecionados levando em consideração seu alto poder de tingimento e transparência que são fatores determinantes nesse mercado.

3 de maio, 2010

O que é e para que serve

Quantas vezes ao sairmos para comprar uma tinta, por exemplo, com o pensamento: “vou comprar uma tinta azul”, e nos deparamos com uma infinidade de opções de azul, com nomes diversos, como azul encanto e azul radiante, assim a tarefa simples de escolher uma tinta nos gera uma grande dúvida.

Os primeiros pigmentos utilizados até o século XIX traziam em sua nomenclatura o nome da cor associado ao elemento que lhe deu origem, ou ao lugar de onde veio como o azul cobalto ou amarelo de Nápoles.

Com o surgimento da química orgânica, e a sintetização dos elementos que deram origem às variações de pigmentos e as descobertas de diversas novas cores, tornou-se mais difícil nomear as tintas, pois já não existia mais criatividade para pensar em tantos nomes mercadologicamente atrativos, e batizar as tintas com seus componentes químicos também não soaria da melhor forma.

O Color Index surgiu com a missão de uniformizar o nome dos pigmentos para tornar mais simples sua identificação. Foi desenvolvido pela Associação Americana de Tintureiros e pela Associação Americana de Químicos e Coloristas Têxteis e funciona como um banco de dados referencial para os fabricantes de produtos coloridos.

Pelo Color Index as substâncias colorantes, sejam elas corantes ou pigmentos, são listadas de acordo com o Índice de Nomes Genéricos e um Índice de Números de Constituição e indicados pela abreviação C.I ou CI. Por exemplo, CI PG7 indica um pigmento verde, o G vem de green que é verde em inglês, idioma original do Color Index.

A listagem foi impressa pela primeira vez em 1925 e atualmente é publicada na internet.

Esse sistema facilita também para os consumidores que poderão procurar pelo CI na embalagem dos produtos e encontrar a cor desejada.

Os corantes e pigmentos da Tríplice Cor estão disponíveis em uma gama variada de cores, mas é possível fazer uma consulta às tabelas de cores com as nomenclaturas e a numeração do Color Index de todas as linhas em nosso site. Visite www.triplicecor.com.br

30 de abril, 2010

A diferença entre Fluorescente e Fosforescente

Muitas vezes somos levados a pensar que fluorescente é aquilo que brilha no escuro, o que é um costumeiro equívoco. Na verdade o termo que seria mais aplicável ao popular “brilha no escuro” seria o fosforescente. Confuso? Vamos explicar as diferenças entre um e outro.

O fosforescente brilha no escuro, pois, devido a determinadas reações químicas, as partículas depois de ativadas por raios ultravioletas ou luz, guardam consigo por um tempo a luminescência e refletem, mesmo depois dessa luz apagada, a claridade que receberam.

Determinados compostos fosforescentes feitos a partir de matérias radioativas podem ficar brilhando por anos.

O fluorescente também reflete essa luz que recebeu, porém, por um período de tempo mais curto, praticamente só brilha enquanto a luz o está atingindo. Certas matérias fluorescentes são evidenciadas à exposição ultravioleta de uma luz negra, esse sistema é usado, por exemplo, em tíquetes de ingressos para eventos ou nas placas de sinalização de trânsito que quando atingidas pelos faróis dos carros “se acendem”

A grande diferença entre fluorescência e fosforescência se dá então pelo tempo em que ficam brilhando após o estímulo, enquanto uma só dura enquanto o estimulo de luz está ativo, a outra preserva o brilho mesmo quando o estímulo já foi desativado.

Os pigmentos fluorescentes associam as cores dos pigmentos aos chamados agentes fluorescentes, que ao serem utilizados em plásticos ou tintas conferirão a superfície em que forem aplicadas cores com alto poder de brilho. Os pigmentos fluorescentes permitem ao produto no qual será aplicado, visibilidade a longas distâncias, brilho e cores vibrantes.

A Tríplice Cor possui a linha Resth Fluor de pigmentos fluorescentes para aplicações em plásticos, tintas e vernizes, além de outros mercados, com cores extremamente puras que possuem essas propriedades fluorescentes com a garantia de qualidade dos pigmentos da Tríplice Cor.

Conheça a tabela de cores em nosso site: www.triplicecor.com.br

Atendimento:
- Telefone: 11 5641-0033
- Email: vendas@triplicecor.com.br
- Twitter: @triplicecor

26 de abril, 2010

Quais as diferenças entre eles?

É comum ao fazermos uma pesquisa sobre pigmentos, encontrarmos as respostas associando-os a corantes, e vice-versa, sempre juntos na mesma frase. Mas afinal qual diferença entre um e outro?

Existem propriedades que nos permitem fazer essa diferenciação, vamos apresentar cada uma delas.

Corante é toda substância que quando adicionada a outra substância altera a cor desta.  Os corantes além de conferirem cor ao substrato são solúveis no meio em que serão aplicados, possuem baixa propriedade de solidez à luz e são transparentes.

Pigmento é um colorante insolúvel no meio ao qual será aplicado, dele são preparadas dispersões e quando convenientemente manipulado confere cor ao substrato, geralmente apresenta-se na forma de pó. Possui boa propriedade de solidez a luz e alta opacidade. Os pigmentos subdividem-se em orgânicos e inorgânicos, cada categoria possui uma especificidade de composição que trataremos logo mais em outro post.

Fundamentalmente as diferenças entre pigmentos e corantes estão em sua capacidade de solubilidade, presente nos corantes e ausente nos pigmentos.

A Tríplice Cor possui diversas linhas de corantes e pigmentos orgânicos e inorgânicos para aplicações variadas, além das dispersões de pigmentos. Consulte nossa equipe especializada e descubra qual o pigmento ou corante ideal para a aplicação desejada.

Veja nossas linhas disponíveis nos links abaixo:

Corantes:
- Fluorescentes
- Alta Performance
- Alta solidez e tingimento
- Solúveis em água
- Para graxa

Pigmentos:
- Óxidos de ferro
- Fluorescentes
- Perolizados
- Ultramarino
- Alta performance
- Específicos para plásticos
- Indicação Tríplice Cor
- Específicos para tintas e vernizes

Dispersões:
- Aquosas
- Base solvente universal
- Nano dispersões
- Base solvente
- Ecológicas

12 de abril, 2010

Tríplice Cor: Flexografia e tintas flexográficas

Vivemos na era do consumo com o poder de compra em ascendência na sociedade, portando muitos panfletos propagandas e embalagens sempre muito coloridos e atrativos visualmente fazem parte dessa realidade. A grande maioria dessas embalagens que nos atraem é impressa através de um sistema chamado Flexografia.

A Flexografia é como um “carimbo evoluído”. Possui placas de borracha com relevos que formam o desenho a ser impresso, e cilindros de aço onde essas placas de borrachas são fixadas durante o processo; apenas as partes em relevo recebem tinta para ser aplicada na superfície.

Este método de impressão gráfica é muito utilizado pela abrangência de aplicações e substratos (papel, plástico, papelão) e por poder imprimir desde embalagens grandes a etiquetas. A flexibilidade quanto à regulagem também conta como ponto positivo.

As tintas usadas nesse sistema de impressão possuem características peculiares, e a Tríplice Cor possui uma linha chamada Resth Flex de dispersões de pigmentos orgânicos e inorgânicos que é destinada para o mercado de tintas gráficas e em especial as tintas flexográficas base água. A linha não afeta o meio ambiente por conter aditivos dispersantes e umectantes não iônicos e aniônicos além da isenção de metais pesados. A ausência dessas substâncias tóxicas contribui ainda para eliminar o forte cheiro dos solventes.

As tintas usadas na flexografia são líquidas e de rápida secagem. Para se obter bons resultados é fundamental que ela seja de qualidade para não reduzir a produtividade do equipamento e garantir o resultado final esperado pela empresa, para que assim o consumidor possa continuar a ser atraído e informado satisfatoriamente.

11 de março, 2010


Amigos, clientes, colegas e usuários,

Hoje, temos o prazer de colocar um sistema de consulta e pesquisa no site da Tríplice Cor.

Novo sistema de busca

Novo sistema de busca

Devido ao significativo crescimento de conteúdo em nosso site (www.triplicecor.com.br), buscamos uma maneira de facilitar a pesquisa, tornando-a mais rápida e com resultados mais relevantes. Esta mudança faz com que a usabilidade do Portal seja cada vez mais eficaz.

Nossa maior preocupação está diretamente ligada à encontrabilidade e rapidez ao acesso das informações pretendidas.

O sitema de busca que fora implementado, é muito empregado em grandes sites, devido à qualidade da pesquisa que é herdada do resultado. Sendo assim…

… Clique, aproveite, e veja como ficou ainda mais fácil encontrar o melhor corante e pigmento para sua produção.

10 de março, 2010
Azul Ultramarino

Azul Ultramarino


Você realmente sabe porque chamamos de Azul Ultramarino?

É um pigmento de origem natural, de cor azul escura ligeiramente arroxeada, obtido a partir do lápis-lazúli — uma pedra semi-preciosa que durante muitos séculos provinha quase exclusivamente de uma certa região do actual Afeganistão, de difícil acesso. O seu nome, ultramarino, resulta, portanto, de vir do outro lado do mar.

Muitos dos pigmentos naturais podem ser obtidos apenas por simples trituração dos respectivos minerais, mas isso não sucede com o azul ultramarino. O lápis-lazúli é uma rocha constituída por vários minerais, dos quais apenas a lazurite tem cor azul. Se este não for separado dos outros minerais, nomeadamente a calcite (de cor branca) e a pirite (de cor dourada), obtém-se um pigmento de cor acinzentada e não de cor azul intensa. O processo de separação é muito mais complexo do que o empregue no caso dos outros pigmentos e só foi descoberto cerca de 1200, razão pela qual os pigmentos obtidos a partir do lápis-lazúli foram pouco utilizados em pintura antes dessa data e não são mencionados pelo monge Teófilo. Este processo de preparação é minuciosamente descrito por Cennino Cennini.

Mineralogicamente, o azul ultramarino corresponde à lazurite; quimicamente é essencialmente um aluminossilicato de sódio e cálcio com enxofre.

azul ultramarino

azul ultramarino

azul ultramarino foi especialmente apreciado na Idade Média, sendo então o pigmento azul com cor mais intensa e mais estável. A sua origem remota, o laborioso processo de preparação e a sua cor apreciada, fazem com que o azul ultramarino adquira o estatuto de material precioso e tenha um muito elevado preço. Por isso, alguns contratos obrigam os pintores a usar azul ultramarino nas obras em causa e outros estabelecem que o pigmento é pago à parte ou é fornecido directamente pelo encomendante, tal como acontecia com o ouro. Devido ao facto de o lápis-lazúli chegar à Europa pelos portos italianos, particularmente o de Veneza, o azul ultramarino era com frequência e abundância usado em Itália nas pinturas mais importantes ou grandiosas. Fora de Itália era usado com mais parcimónia. O português Filipe Nunes dizia que “o azul ultramarino, como é tão caro não se usa muito, e portanto se não sabe o uso dele tão facilmente”. Francisco Pacheco dizia “que nem se usa em Espanha nem têm os pintores espanhóis capital para o usar”. Devido ao seu custo, em várias obras flamengas do século XV, o azul ultramarino foi aplicado numa fina camada superficial sobre uma camada de azurite, muito mais económica, que dava o tom geral azul. Este procedimento também foi empregue em Itália.

Em Portugal, até há data, apenas foi identificado numa das pinturas de Lourenço de Salzedo que integra o retábulo do mosteiro dos Jerónimos, estando publicada correspondência relativa à sua aquisição em Itália, em que intervém a rainha D. Catarina. O uso do nome azul ultramarino está documentado, pelo menos, desde 1571.

O elevado valor monetário do pigmento é acompanhado de um importante valor simbólico, para o qual também contribuem as suas propriedades. Sobre o pigmento dizia Cennini: “Cor nobre e bela, a mais perfeita de todas as cores, da qual nada se pode dizer ou fazer que a sua qualidade não ultrapasse”. Por isso o azul ultramarino foi especialmente utilizado nos motivos mais importantes das pinturas como, por exemplo, o manto da Virgem Maria. Aliás, na Idade Média esse manto passou a ser pintado de azul, em vez de vermelho ou branco, provavelmente porque essa era a cor do azul ultramarino, ou seja, do pigmento mais precioso.

Os séculos XIV a XVII correspondem ao período em que teve maior importância. A perda da carga simbólica dos materiais, iniciada com a adopção da pintura a óleo e, por outro lado, o aparecimento de outros pigmentos azuis, sintéticos, muito mais económicos, especialmente o azul da Prússia, o azul de cobalto e, finalmente, o azul ultramarino artificial ou azul ultramarino francês, levam à sua gradual substituição e ao seu quase total desaparecimento das paletas dos pintores na 2.ª metade do século XIX.

Produto relacionado: Resth Ultramar
Site da Tríplice Cor: www.triplicecor.com.br

Fonte: http://ciarte.no.sapo.pt/dic/a/azul_ultramarino.html

9 de março, 2010

Vermelho para aquecer o outono e o inverno 2010

Existem várias teses para justificar a origem da cor vermelha, registros da época das cavernas já demonstravam o uso da cor pelo homem pré-histórico. No Brasil os estudos apontam que os indígenas nativos usavam dos recursos naturais como pitanga, urucum e o pau-brasil para obter a coloração e se enfeitarem e camuflarem para as batalhas.

Remontando à idade média descobrimos que os europeus ao chegarem as Américas, ávidos por riquezas, além da prata descoberta no México, descobriram e guardaram a sete chaves o segredo da cochonilha que é um inseto capaz de produz uma substância de cor vermelha que poderia ser utilizada no tingimento de tecidos, na preparação de cosméticos e como aditivo alimentar. Por volta do século XVII, Luís XIV praticamente instituiu como cor oficial da nobreza o vermelho, colocando-a em palácios, roupas e sapatos.

O passar do tempo permitiu ao vermelho adquirir outras conotações além do símbolo de status, se tornou a cor do amor, do martírio, do fogo e presença certa nos artigos de moda e decoração. Nas coleções de Outono/Inverno 2010 a cor ousada e feminina que atrai olhares e destaca qualquer tom de pele será indispensável nas produções, seja em um vestido de festa, numa blusinha para o trabalho ou no batom, o vermelho está em alta.

A evolução dos anos garantiu ainda o progresso na forma de aquisição e comercialização dos pigmentos e corantes vermelhos. A Tríplice Cor desenvolveu a linha ECODISPER A, que é uma linha de preparações de pigmentos orgânicos e inorgânicos, isentos de metais pesados, para a coloração de sistemas a base de solventes orgânicos, tais como tintas industriais, tintas e produtos para madeira base solvente, lacas de estamparia para PVC e PU em couro sintético e apresenta os vermelhos ECODISPER-A VX (PR 101)e ECODISPER-A HRK (PR 170) que possuem a qualidade e beleza para acompanhar a tendência vermelha de aquecer o outono/inverno 2010.

8 de fevereiro, 2010

Corantes e Pigmentos

A Tríplice Cor atua em todo o Brasil e é reconhecida como referencia nacional em dispersăo e comercializaçăo de Corantes e Pigmentos – orgânicos e inorgânicos. Uma empresa 100% brasileira, atua desde 1999. Nossas instalaçőes contemplam uma ampla área de produçăo e armazenagem localizada em Săo Paulo (SP).

A Tríplice Cor construiu ao longo de seus 10 anos uma história de respeito e credibilidade. Possui uma marca forte e reputação consolidada no mercado nacional. Alguns fatores comprovam esse posicionamento no mercado. A Tríplice Cor atualmente conta com mais de 1.2 mil clientes ativos.

Comercializamos uma linha de Corantes e Pigmentos que satisfazem as necessidades da sua empresa. Oferecemos soluções para a indústria de Plásticos de Engenharia, Master-Batch, Tingimento de Couro, Tintas Imobiliárias, Industrial, Flexográficas, entre outros. Solicite uma amostra.

Entre em contato com a Tríplice Cor e envie sua mensagem. Tire suas dúvidas, dê sugestões, peça informações de acordo com a sua necessidade.  Será um prazer atendê-lo e temos certeza que você encontrará o produto ideal para sua produção.

Atendimento:
Tel: 11 5641-0033 / Email: vendas@triplicecor.com.br / Twitter: @triplicecor

Vídeo Blog explicativo da Tríplice Cor

4 de fevereiro, 2010

Controle de Qualidade

Controle de Qualidade

Controle de Qualidade

No Laboratório de Qualidade & Desenvolvimento realizam-se todos os procedimentos de controle de qualidade, desenvolvimento de novos produtos, assistência a clientes, dentre outras atividades.

Por meio de profissionais altamente capacitados, a Tríplice Cor atua nas áreas de pesquisa e desenvolvimento tendo como seu principal objetivo o aperfeiçoamento de preparações pigmentárias, dentro da mais moderna tecnologia.

O laboratório foi projetado visando atender as atuais atividades dando margem a crescimentos que ocorrerão, prezando acima de tudo, a segurança, organização e harmonia do ambiente.

O controle de qualidade permite que todos os produtos sejam assegurados dentro de especificações, indo ao encontro e muitas vezes superando as espectativas dos usuários. É um elemento fundamental para a garantia da qualidade com avaliações diárias e precisão de resultado que segue metodologia extremamente rigorosa, aumentando assim a credibilidade e satisfação dos consumidores.

Controle de Qualidade

Controle de Qualidade

O controle de qualidade assegura que durante o prazo de validade (geralmente 2 anos para dispersões aquosas e 5 anos para pigmentos em pó) o produto, desde que acondicionado corretamente, irá manter todas as suas principais características como por exemplo: poder tintorial, tonalidade, viscosidade, pH, estabilidade.

Auxiliamos todos os clientes com recomendações que atendam exatamente suas necessidades, pois sabemos que cada cliente é único, possuindo assim, suas particularidades, por isso, a Tríiplice Cor tem o maior prazer em avaliar onde seus pigmentos e corantes serão aplicados, por qual processo industrial irão passar até quais características finais são desejadas no produto.

3 de fevereiro, 2010

Conheça nossa Fábrica

Conheça nossa Fábrica

Tríplice Cor

A Tríplice Cor atua em todo o Brasil e é reconhecida como referencia nacional em dispersăo e comercializaçăo de Pigmentos e Corantes.

Uma empresa 100% brasileira, atua desde 1999, quando iniciou suas atividades na comercializaçăo de pigmentos e corantes – orgânicos e inorgânicos. As suas instalaçőes contemplam uma ampla área de produçăo e armazenagem localizada em Săo Paulo (SP).

A Tríplice Cor construiu ao longo de seus 10 anos uma história de respeito e credibilidade. Possui uma marca forte e reputaçao consolidada no mercado nacional.

Alguns fatores comprovam esse posicionamento no mercado. A Tríplice Cor cresce ao longo dos anos atingindo suas metas e objetivos. Atualmente conta com mais de 1.2 mil clientes ativos.

Trabalha conciliando as demandas dos clientes com as mais novas pesquisas, recursos e tecnologias disponíveis no mercado. Atuando, desenvolvendo e inovando buscamos assim a sustentabilidade da produçăo em benefício do mercado.

2 de fevereiro, 2010

 A dependência cerebral da cor

Já tratamos da “independência da cor” dentro do aspecto histórico, de como ela passou a ser, por si só, um elemento de expressão artística, desvinculada do desenho e da pintura clássica.

Citamos inclusive Goethe e seu Esboço de uma teoria das cores (Zur Farbenlehre – 1810). Para o grande poeta, o estudo da cor devia ser compreendido na sua totalidade. Ele mesmo esperava que sua contribuição viesse ampliar seu conhecimento por outros estudiosos e pesquisadores, como de fato aconteceu e continua acontecendo. Certamente, a doutrina de Goethe deu respaldo às primeiras manifestações de independência da cor, surgida inicialmente com o impressionismo, onde o arranjo cromático criava a ilusão de atmosfera e espaço, baseado no efeito de complementaridade, descrito por Goethe e depois por Chevreul. Os impressionistas conheciam esses efeitos. Depois veio o pós-impressionismo que indiretamente tem a ver com a retícula das artes gráficas e a pixelização digital da imagem nos meios de comunicação eletrônicos de hoje.

A Bauhaus, que reuniu artistas como Itten, Kandinsky, Klee, Albers e outros do início do modernismo, adotou seu estudo de forma sistemática, dando à cor um patamar de maior liberdade ainda. Mas nisso tudo está o mais importante aspecto da cor: sua dependência cerebral! Vamos tratar, agora, de um pouco da percepção da cor e como o fenômeno se processa em nosso cérebro. Atualmente, devido aos mais recentes avanços dos sistemas de escaneamento cerebral, se conhece um pouco mais como funciona nossa massa encefálica.

Na publicação “O livro do cérebro” de Rita Carter, edição em português da Editora Duetto, p. 94, encontramos a seguinte informação: Um modo de pensar a percepção visual é vê-la como o produto final de uma longa e complexa linha de montagem. O processo de construção começa quando a informação que chega dos olhos – o material bruto – atinge o córtex visual primário na parte posterior do cérebro (…) passando por áreas corticais e subcorticais. Cada uma responde criando a atividade neural que gera aspectos da visão, como cor, forma, localização e movimento. Por fim, os diversos elementos são unidos e nos tornamos conscientes de uma visão com significado.

Cor é uma sensação sujeita a mudanças de percepção, dependendo do seu entorno e seu contexto. A leitura feita pelo olho pode ser correta, mas na sensação da visão podem ocorrer erros de interpretação. Variações regionais também podem influenciar os significados, principalmente quanto aos aspectos culturais entre os povos do Ocidente e do Oriente. Uma outra área que tem muito a ver com o cérebro é a dos sonhos, porém muito mais misteriosa. Nos sonhos, podemos ver cores, o que contraria o postulado dos físicos de que a cor depende da luz, sem a qual ela não existe. Acredito mesmo que sensações oriundas da cor nos afeta até mesmo até quando sonhamos. Por outro lado, é certo também que é, devido ao nosso aprendizado, que passamos a perceber e a “descrever a cor”, como fazemos com as demais sensações. O que sentimos depende sempre dos nossos recursos de linguagem. Como sempre afirmo, “a cor só existe porque somos os percebedores dela”.

Para mim, a percepção visual vai sendo montada ao logo de nossa vida em páginas prontas para consulta, como num website. Quando o estímulo da luz – ou o estímulo puramente mental – estabelece um certo “link” em função dos “imputes” recebidos, captamos a página apropriada, que se abre em nossa mente. Caso ela não exista, a mesma é criada instantaneamente. Nesse processo, ocorre também de “pescarmos” páginas erradas. Já me ocorreu ter visto um azul típico dos produtos da Nívea, que o cérebro corrigiu prontamente para o certo, que era o azul dos produtos da HP.

Os artistas e os comunicadores sabem que o poder das cores mexe com nossa imaginação e sentimentos, como tanto buscaram os construtores do modernismo. Hoje se usa a cor pelo seu valor e significado intrínseco e pela sensação de belo que ela pode nos dar. Mas é sempre um processo virtual, que só ocorre em nossa mente!

* Nelson Bavaresco – designer gráfico e pesquisador. Ministra cursos e treinamentos sobre Teoria e História das Cores – Linguagem e Significado da Cores – Harmonia e Mistura de Cores. É autor do Sistema de Cores Cecor. Mais detalhes no site: www.sistemacecor.com.br.

Matéria retirada do site: www.mundocor.com.br

20 de janeiro, 2010

Cor Aditiva – Cor Subtractiva.

Ao falarmos de cores, temos que diferenciar duas linhas de pensamento distintas: a Cor-Luz e a Cor-Pigmento.

A cor-luz, baseia-se nas emissões da luz solar e pode ser vista percebida através dos raios luminosos e da sua decomposição a traves dum prisma

A cor-pigmento refere-se a substância usada para imitar os fenómenos da cor-luz. Estas cores podem ser extraídas da natureza, de materiais de origem vegetal, animal ou mineral, como resultado de processos de processos industriais, que dão origens aos pigmentos.

Cor Aditiva - Cor Subtractiva

Cor Aditiva - Cor Subtractiva

 

 

Fonte: Google

19 de janeiro, 2010

Como Funciona o Processo de Produção

Estamos fazendo alguns testes de conteúdo (vídeos) para saber exatamente o que você e sua fábrica precisam. Aliás, saber a melhor informação – notícia, dica, entrevista – sobre dispersão e produção de pigmentos e corantes que você e sua fábrica precisam. Por favor, assistam os vídeos e deixem seus comentários. Todos são muito importantes para nós.


Vídeo de Teste – Produção da Triplice Cor

12 de janeiro, 2010

Treinamento Especializado

Treinamento Especializado

Treinamento Especializado

A Tríplice Cor é uma empresa que se preocupa com o conhecimento, por isso, são ministrados Treinamentos regulares a todos os funcionários, aperfeiçoando constantemente todos os setores da empresa.

A Tríplice Cor, também disponibiliza a todos os seus clientes, cursos sobre diferenças básicas entre pigmentos e corantes, qual a importancia da isenção de metais pesados nos pigmentos, métodos de controle de qualidade, entre outros assuntos. Também estamos abertos para receber temas como sugestões.

Ligue para nós e solicite maiores informações. Como os cursos sao de curta duração, sugerimos que não ultrapassem de 6 o numero de alunos e que sejam separados por área, para que todos possam aproveitar ao máximo.

Ligue para nós e solicite maiores informações.
Como os cursos são de curta duração, sugerimos que não ultrapassem de 6 o número de alunos e que sejam separados por área, para que todos possam aproveitar ao máximo.

Fale Conosco:
End: Rua Antônio do Campo, nº 116 – Pedreira / Cep: 04459-000 – Sao Paulo (SP)
Tel: 11 5641-0033

1 de janeiro, 2010

Processo de Produção.

Com modernas instalações para análise, fabricação e distribuição de corantes e pigmentos em todo o Brasil, a Tríplice Cor apresenta uma infraestrutura de excelência em uma ampla área fabril. Em nossa linha de produção executamos um rigoroso controle de qualidade onde cada produto é submetido a uma bateria de testes e análises junto ao laboratório antes de passar à finalização e comercialização.


Moinhos de Produção – Como trabalhamos