25 de março, 2010

Cor é o que vemos quando um feixe de partículas sensíveis a luz chamados fótons agem sobre células especificas na retina, que transmitem informações ao nervo ótico e impressões para o sistema nervoso. O olho humano é capaz de perceber a cor através dos cones que reconhecem especificamente cada grupo de coloração. 

A percepção da cor é muito importante para a compreensão de um ambiente, as cores são muito familiares no cotidiano, não notamos, por exemplo, diferenças na cor dos objetos quando se dá uma mudança na iluminação. Para o nosso sistema visual, as cores da pele e dos rostos das pessoas e as cores dos frutos permanecem fundamentalmente invariáveis.

A teoria mais antiga que temos sobre as cores é de autoria do filosofo grego Aristóteles que concluiu que as cores eram propriedades dos objetos assim como seu peso e formato. Na idade média Leonardo da Vinci se opôs a Aristóteles afirmando que a cor não era propriedade dos objetos e sim da luz e que o branco e o preto não são cores, mas extremos de presença e ausência de luz.

Além de serem obtidas através da luz as cores também podem ser produzidas com os pigmentos, como quando passamos em determinada superfície sem pigmentação as cores primárias, que nas artes plásticas são o azul, amarelo é vermelho. As cores primárias tem esse nome por não poderem ser decompostas em outras cores e quando misturadas entre si produzem o que se conhece como cores secundárias que por sua vez misturadas gerarão toda a gama de outras cores.

As cores caracterizam tudo o que nos cerca, e tem forte influência no nosso poder de decisão sobre roupas, na produção de obras de arte e até mesmo no consumo de alimentos, como quando escolhemos a maçã mais vermelha para nos alimentarmos.

O ser humano possui uma capacidade e até mesmo a necessidade de nomear todos os elementos que permeiam suas vidas e com as cores não foi diferente. Vejamos algumas possíveis origens para o nome delas:

Branco: de origem anglo-saxônica, Blank ou Blanck, tem ligação com a neve do pico das montanhas. A palavra blank significava originalmente algo polido, reluzente como no sentido aplicado à armas-brancas.

Preto: Uma primeira possibilidade indica uma origem latina que seria o negro provindo de nigrum. Ou ainda do latim appectoráre, que queria dizer “comprimir contra o peito”, que, com o tempo, virou apretar. E, por uma analogia muito criativa, deu no preto, querendo dizer algo denso, espesso, “apertado”.

Amarelo: do árabe Amirahah, homem amarelo numa alusão aos orientais. Existe a história de que na Antiguidade, pensava-se que a icterícia, uma doença que deixa as crianças amareladas, vinha da bílis, secreção produzida pelo fígado que era chamada “humor amargo”. No latim, amargo era amargus, que no diminutivo virava amarellus, que acabou virando amarelo.

Laranja: possivelmente foi originando quando os árabes por ocasião de uma viagem à Europa levaram na bagagem a fruta laranja chamada de narandja em árabe. Assim a cor foi batizada com o nome da fruta de igual tonalidade.

Marrom: em francês marron significa castanha, e foi da cor desse fruto que se originou o nome da cor.

Outros frutos também originaram nomes de cor como o grená que vem do francês grenat, antigo nome para a romã e o lilás que é o nome de uma planta.

Cinza: O cinza nasceu daquela massa de pó misturado com brasas que sobra no fim das fogueiras. Por associação, a palavra latina cinisia, que queria dizer cinzas, transformou-se também no nome do tom preto-claro.

Azul: do árabe antigo Azulaih, cor do céu ou ainda uma pedra preciosa chamada lápis-lazúli da qual se obtinha a coloração, o termo veio do árabe lázúrd, nome da rocha.

Vermelho: Antigamente, o único jeito de fazer tinta vermelha era usar um inseto – hoje chamado de cochonilha – que, esmagado, virava um vermelhão. O nome dessa cor vem do latim vermiculum, vermezinho.

Verde: O verbo latino vivere significava estar verde, verdejar. Dele é que nasceu a associação do verde com algo que está nascendo, que ainda vai florir amadurecer.

Os nomes das cores também podem se referir a nomes de tecidos ou de outros produtos, ou então do local onde eles eram produzidos. Por exemplo, bordô vem do nome da cidade de Bordeaux, onde se produziam vinhos supostamente com essa cor. A palavra vinho também pode ser usada como o nome de uma cor.

A Tríplice Cor oferece diversas linhas de corantes e pigmentos que possibilitam uma incrível variedade de cores com diversas nuances para diferentes mercados de aplicações. Conheça algumas delas em: www.triplicecor.com.br

9 de março, 2010

Vermelho para aquecer o outono e o inverno 2010

Existem várias teses para justificar a origem da cor vermelha, registros da época das cavernas já demonstravam o uso da cor pelo homem pré-histórico. No Brasil os estudos apontam que os indígenas nativos usavam dos recursos naturais como pitanga, urucum e o pau-brasil para obter a coloração e se enfeitarem e camuflarem para as batalhas.

Remontando à idade média descobrimos que os europeus ao chegarem as Américas, ávidos por riquezas, além da prata descoberta no México, descobriram e guardaram a sete chaves o segredo da cochonilha que é um inseto capaz de produz uma substância de cor vermelha que poderia ser utilizada no tingimento de tecidos, na preparação de cosméticos e como aditivo alimentar. Por volta do século XVII, Luís XIV praticamente instituiu como cor oficial da nobreza o vermelho, colocando-a em palácios, roupas e sapatos.

O passar do tempo permitiu ao vermelho adquirir outras conotações além do símbolo de status, se tornou a cor do amor, do martírio, do fogo e presença certa nos artigos de moda e decoração. Nas coleções de Outono/Inverno 2010 a cor ousada e feminina que atrai olhares e destaca qualquer tom de pele será indispensável nas produções, seja em um vestido de festa, numa blusinha para o trabalho ou no batom, o vermelho está em alta.

A evolução dos anos garantiu ainda o progresso na forma de aquisição e comercialização dos pigmentos e corantes vermelhos. A Tríplice Cor desenvolveu a linha ECODISPER A, que é uma linha de preparações de pigmentos orgânicos e inorgânicos, isentos de metais pesados, para a coloração de sistemas a base de solventes orgânicos, tais como tintas industriais, tintas e produtos para madeira base solvente, lacas de estamparia para PVC e PU em couro sintético e apresenta os vermelhos ECODISPER-A VX (PR 101)e ECODISPER-A HRK (PR 170) que possuem a qualidade e beleza para acompanhar a tendência vermelha de aquecer o outono/inverno 2010.

2 de março, 2010

Preparação de pigmentos ecológicos (Ecodisper)

Corantes e Pigmentos orgânicos e ecológicos

Corantes e Pigmentos orgânicos e ecológicos



A Tríplice Cor é uma fabricante de corantes e pigmentos orgânicos e inogânicos que respeita muito o meio ambiente. Atua com princípios de transparência e responsabilidade social, buscando um comprometimento com a ética e a qualidade de vida da comunidade e sociedade.


Nesse sentido, a preocupação com a responsabilidade social faz parte dos planejamentos das principais linhas de corantes e pigmentos orgânicos ecologicamente corretos.

Linha: Ecodisper

Dispersão estável de pigmentos orgânicos e inorgânicos, isenta de metais pesados, com características ecológicas. Apresenta altíssima compatibilidade com massa de PVC, PU, Plastisol e alguns sistemas base água.

Esta linha foi desenvolvida para uso em sistemas onde a isenção de ftalatos é necessária por motivos toxicológicos. É especialmente empregada no mercado de plásticos usados na área de revestimento de tecidos (couro sintético) e brinquedos (rotomoldagem de PVC).

Mercado de Aplicação:
» Plásticos (Polímeros termoplásticos e termofixos)
» Tintas Gráficas
» Tintas e Vernizes
» Diversos campos

Conheça o produto: www.triplicecor.com.br/dispersoes-ecologicas.html

20 de janeiro, 2010

Cor Aditiva – Cor Subtractiva.

Ao falarmos de cores, temos que diferenciar duas linhas de pensamento distintas: a Cor-Luz e a Cor-Pigmento.

A cor-luz, baseia-se nas emissões da luz solar e pode ser vista percebida através dos raios luminosos e da sua decomposição a traves dum prisma

A cor-pigmento refere-se a substância usada para imitar os fenómenos da cor-luz. Estas cores podem ser extraídas da natureza, de materiais de origem vegetal, animal ou mineral, como resultado de processos de processos industriais, que dão origens aos pigmentos.

Cor Aditiva - Cor Subtractiva

Cor Aditiva - Cor Subtractiva

 

 

Fonte: Google