20 de abril, 2010

Controle e qualidade do início ao fim.

São vários os fatores que durante a composição implicam na qualidade do produto final, por isso é muito comum que as empresas desenvolvam testes para assegurar que estão fornecendo excelência para seus consumidores.

Com a Tríplice Cor não é diferente, visando à missão de oferecer o melhor, possuímos em nosso Laboratório de Qualidade & Desenvolvimento uma equipe especializada e equipamentos de alta tecnologia para realizarmos os testes do controle de qualidade.

Quais são os fatores determinantes para se avaliar a qualidade um pigmento?

É fundamental avaliar a solidez à luz, solidez às intempéries e a temperatura, poder de cobertura e tamanho das partículas.

Na avaliação de solidez à luz, avalia-se se há o risco de variação nas tonalidades com o passar do tempo em decorrência da exposição à luz. Após a avaliação os pigmentos recebem uma nota que vai de 1 (não resistente) a 8 (excelente resistência).

A avaliação quanto a solidez às intempéries é semelhante à de solidez à luz, porém mais severa pois julga também a ação do tempo, bem como do sol, chuva e  poeira.

A resistência térmica de um pigmento é determinada pela temperatura mais alta a que pode ser exposto. A fim de verificar se haverá mudança na cor, esse teste avalia se o pigmento pode ser indicado para determinadas aplicações em que é necessário esse tipo de exposição.

 O poder de cobertura de um pigmento diz respeito à capacidade de não deixar a luz ser transmitida através do meio onde será aplicado. Ou seja, quanto maior for o poder de cobertura do pigmento menor será a quantidade de luz que atravessará o produto final. Normalmente os pigmentos inorgânicos possuem poder de cobertura elevado.

O tamanho das partículas também é um ponto avaliativo fundamental na performance de um pigmento, é imprescindível a uniformidade e regularidade no tamanho dos grãos, isso influenciará na capacidade de homogeneização no produto final, para que não sejam gerados grânulos no meio em que estará aplicado.

No que tange ao controle de qualidade das cores os testes visam verificar se as cores dos lotes seguintes permanecem equivalentes as da amostra padrão você pode assistir a um desses testes aqui. O controle de qualidade assegura que o produto, desde que acondicionado corretamente, irá manter todas as suas principais características que vença o prazo de validade.

Esses testes são muito importantes para a Tríplice Cor que anseia por qualidade desde o momento da entrada da matéria na fábrica até o produto final utilizado pelo cliente

9 de abril, 2010

Dióxido de Titânio (TiO2) – Um dos mais importantes pigmentos brancos produzidos.

O dióxido de titânio (TiO2) é um pó branco, seco e finamente pulverizado, de constituição inorgânica, quimicamente inerte e termicamente estável, inodoro e insolúvel em água.

Dióxido de Titânio (TiO2) É um dos mais importantes pigmentos brancos produzidos e muito utilizado em diversos campos, como na indústria de cosméticos, alimentos e biotecnologia, mas principalmente na indústria de tintas por possuir grande capacidade de opacificar e branquear o meio em que está disperso e alto poder de reflectância , elementos que contribuem  para a resistência ao calor e baixo índice de descoloração por raios ultra-violeta e  muita durabilidade frente as intempéries; qualidades fundamentais em tintas para exteriores, por exemplo.

O processo de produção do dióxido de titânio pode ser dar por sulfato, através das reações dos minérios de titânio com ácido sulfúrico, ou pela reação com gás cloreto.

Por todas essas características que aumentam a efetividade da qualidade, o Dióxido de Titânio ocupa parte importante no mercado de tintas como principal pigmento branco.

A Tríplice Cor disponibiliza o pigmento branco a base de dióxido de titânio em duas linhas; uma na forma de dispersão, na linha Resth Disper; e outra em pó, na linha Resth Chrom.

13 de janeiro, 2010

Monitoramento das fábricas reduz a despesa com biocidas e garante a qualidade final.

Há 66 anos no mercado brasileiro, a Universo é uma das mais tradicionais fabricantes de tintas do país. A larga experiência no setor, porém, não impediu que a empresa fosse pega de surpresa, há dois anos, por uma rápida e avassaladora proliferação de micro-organismos em sua fábrica, em Diadema-SP, gerada pela entrada de uma emulsão acrílica contaminada adquirida de um de seus fornecedores.

tercerização do controle microbiológico

tercerização do controle microbiológico

“Infelizmente, quando conseguimos detectar o problema, já haviam se passado três dias desde o ingresso do produto contaminado, tempo suficiente para que ocorresse o comprometimento do nosso sistema de tancagem”, relembra Douver Martinho, sócio-diretor da Universo. Após a descoberta das contaminações microbiológicas, ele acionou sua equipe especializada em higienização. “Imediatamente, iniciamos um trabalho de desinfecção em toda a unidade industrial, percorrendo não só os tanques, mas tubulações, tachos, reatores, entre outros equipamentos”, conta. O rápido processo de limpeza dos componentes presentes na fábrica, aliado ao uso de biocidas na dosagem correta, segundo Martinho, evitou, na época, que a tinta pronta para o consumo fosse enviada aos pontos-de-venda com algum tipo de contaminação, o que seria um desastre para a imagem de uma empresa do porte da Universo, bastante reconhecida no segmento de tintas decorativas imobiliárias, sua única área de atuação.

Registros de casos como o ocorrido com a Universo, entretanto, não são raros dentro de uma fábrica de tintas, ambiente onde há um número grande de compostos que servem de nutrientes para os micro-organismos, além da própria tinta, produto que, na maioria de suas formulações, é composto por um grande volume de água, insumo naturalmente sujeito a contaminações microbiológicas. No entanto, cientes do problema, os fabricantes de tintas não só têm redobrado a atenção para esse tema, como estão buscando cada vez mais a ajuda especializada de terceiros para combater e prevenir possíveis focos de micro-organismos em suas instalações.

Confiança mútua – Percebe-se no mercado um avanço das parcerias entre fornecedor de biocidas e as empresas produtoras de tintas. Ou seja, na hora de fechar um contrato de venda de agentes microbicidas (fungicidas, bactericidas e algicidas) que serão inseridos na composição das tintas, o fabricante desses componentes também assume todo o controle microbiológico da linha de produção do cliente. “As empresas de tintas estão se dando conta de que o trabalho em parceria é a melhor maneira de se repelir os micro-organismos nas tintas e no ambiente produtivo”, afirma Fernando Cezar Scandoleira, gerente-comercial da Miracema-Nuodex.

Há três anos como funcionário da empresa sediada em Campinas-SP e com vinte anos de experiência na área química, Scandoleira observa uma mudança de atitude por parte dos fabricantes de tintas, que, na sua avaliação, estão menos receosos em abrir informações de seus produtos a terceiros. “No passado havia uma certa resistência das empresas de tintas em trocar informações estratégicas e sigilosas com os fornecedores de biocidas”, diz o gerente. Para ele, atualmente há maior confiabilidade em relação aos serviços prestados tanto pela Miracema quanto por outras companhias do setor.

O maior chamariz das empresas de biocidas são os seus modernos laboratórios de microbiologia, colocados à disposição dos clientes para eliminar suas preocupações em investir pesado em pesquisa, desenvolvimento e monitoramento de moléculas, atividades atualmente impraticáveis em um mercado cada vez mais competitivo nas tintas. Esses modernos laboratórios oferecem, entre outras atrações, salas de inoculação climatizadas para a cultura de micro-organismos, câmaras tropicais para testes de avaliação de resistência contra ataques de fungos em diferentes materiais, sala para ensaios com algas, além de equipamentos para acompanhamento químico de amostras junto com avaliações microbiológicas.

Os agentes biocidas são utilizados para prevenir as contaminações microbiológicas tanto na tinta úmida quanto no filme seco. A proteção dentro da lata (in can) inibe a proliferação bacteriana, garantindo a durabilidade da tinta envasada. O uso adequado de fungicidas e algicidas impede o desenvolvimento de fungos e algas sobre os filmes de tinta seca e garantem a integridade do produto após a aplicação nas superfícies. A ausência de microbicidas na tinta, ou o emprego incorreto desses agentes, pode causar alterações em suas funções decorativas e protetoras, com mudanças de cor, odor, separação de fases, formação de gases, comprometimento de características como cobertura e brilho, além da biodeterioração, o que torna o produto imprestável para o uso. Também é importante destacar o fato de o Brasil ser um país predominantemente tropical e úmido, condições altamente favoráveis para o desenvolvimento de micro-organismos.

Para as empresas de agentes microbicidas, os atendimentos pós-vendas se tornaram tão importantes quanto a negociação dos seus produtos. “Acredito que as companhias que não oferecerem esses serviços dificilmente conseguirão permanecer no mercado, pois as próprias fabricantes de tintas estão exigindo tal assistência técnica”, avalia Ridnei Brenna, gerente-comercial da Thor Brasil, empresa de origem inglesa que está há dez anos no Brasil. “Uma vez que o cliente aprova o nosso produto e passa a utilizá-lo, o fabricante de tinta transfere toda a responsabilidade do gerenciamento da qualidade microbiológica para a Ipel”, afirma Luiz Wilson Pereira Leite, diretor de marketing da companhia, uma das líderes em biocidas no país e que oferece ao mercado o programa “Biocontrole”. “Nosso sistema engloba o monitoramento de produtos acabados, matérias-primas, detecção de pontos críticos da fábrica, cronograma de assepsia em instalações, entre outros serviços”, afirma o executivo.

16 de dezembro, 2009

A Tríplice Cor, fabricante de corantes e pigmentos, orgânicos e inorgânicos vê o ano de 2010 com bons olhos.
Apesar da crise financeira mundial que marcou 2009, a empresa seguiu firme e registrou crescimento sustentado em relação a 2008. Para 2010, o otimismo continua e a expectativa é de um crescimento acima da média.

Para conseguir manter sua posição no mercado brasileiro, a empresa investiu em maquinário, profissionais, treinamento e na prospecção e segmentação de novos clientes. Outro ponto essencial foi o desenvolvimento de um programa de redução de custos (sustentabilidade). “Tiramos o S da palavra CRISE e a transformamos em CRIE. Temos buscado sempre novas alternativas para a empresa”, explica o gerente comercial, Valdemar.

Muito obrigado 2009 e 2010 será ainda melhor.

Saudações, Equipe Tríplice Cor