Equipe Tríplice Cor conquista Interclubes

Equipe Tríplice Cor conquista Interclubes de Tênis -  vence Paineiras e conquista o título.

A equipe especial mista do Corinthians/Tríplice Cor/CCI Química conseguiu uma vitória dramática sobre a equipe do Clube Paineiras, no Morumbi e sagrou-se campeã do Interclubes.

O diretor de tênis do Corinthians, Mauro Rosa, diz: “Temos uma equipe muito qualificada. Na questão individual, todas estão em ótimo momento. O entrosamento dos atletas, sem estrelismos em quadra, colabora e as vitórias tanto aqui nos Jogos Interclubes, quanto em qualquer campeonato pelo país. Parabéns Tríplice Cor; pela valorização, incentivo e apoio ao esporte nacional”.

Após o empate nas partidas de simples, por dois jogos a dois, a decisão foi para a partida de duplas mistas onde os tenistas Alvinegros Dariel Leon e Karine Aurichio conseguiram uma virada sensacional quando perdiam o super tie break por 9×7 e fizeram 4 pontos seguidos para fechar o set decisivo em 11 x 9.

Parabéns a toda equipe Corinthians/Tríplice Cor/CCI Química, Karine Aurichio, Daniela Monfredini, Dariel Leon, José Edilson Oliveira, Sebastião Oliveira pelo título.

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Grandes vitórias neste feriado.

Neste feirado, linda vitória da equipe patrocinada pela Tríplice Cor.

As equipes de Especial Mista e 1ª classe de duplas do Corinthians/TrípliceCor/CCI Química alcançaram grandes vitórias no feriado da independência .

Os tenistas Alvinegros da categoria Especial Mista conseguiram uma excelente vitória diante do Espéria por 3 jogos a 1 e avançaram para a final da categoria. Já os meninos 1ª classe, suaram muito na partida decisiva de duplas e levaram a melhor diante do Alphaville Tênis Clube alcançando a fase semifinal.

A campanha corinthiana no 2º semestre continua excelente. Atualmente o Corinthians é o 5º colocado do ranking de Interclubes.

Parabéns aos tenistas!

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Equipe Tríplice Cor – Tênis

Equipe patrocinada pela Tríplice Cor tem jogos decisivos que agitam o feriado.

O feriado da Independência promete muita emoção nas quadras do Parque São Jorge para as equipes do Corinthians/CCI Química/Tríplice Cor. Em duas das principais categorias em disputa, a equipe Alvinegra tem jogos difíceis e decisivos.

Na categoria especial mista, os tenistas corinthianos enfrentam o Espéria por uma vaga na final. Já pela chave de 1ª classe de duplas, o Timão encara o Alphaville Tênis Clube para poder avançar as quartas de final da chave.

Ambos os jogos terão início às 14h. Venham torcer pelo Timão.

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Tríplice Cor/CCI Química estreia no Interclubes de 1ª classe de duplas.

Tríplice Cor/CCI Química estreia no Interclubes de 1ª classe de duplas.

Triplice Cor e o incentivo ao esporte nacional.

A equipe de 1ª classe do Timão terá uma difícil missão neste sábado (03), na primeira partida do Interclubes desta categoria. Os tenistas Alvinegros enfrentam a forte equipe do Alphaville Tênis Clube nas dependências do adversário. Em caso de vitória ,a equipe do Corinthians/Tríplice Cor/CCI Química enfrentará o Paulistano também fora de casa no domingo.

Vários jogos movimentam o tênis corinthiano neste final de semana. Na categoria principiante feminino de duplas, as tenistas do Timão encaram o Círculo Militar nesta sexta-feira (02), nas quadras do Parque São Jorge. No sábado (03), na categoria principiantes masculino de duplas, o Corinthians encara a Hípica, em Campinas por uma vaga na final da categoria.

Atualmente somos a empresa de Pigmentos e Corantes que mais investe em responsabilidade social no país.

 

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Alternativas sustentáveis para descarte do lixo doméstico

Alternativas sustentáveis para descarte do lixo doméstico.

Sacos feitos com matéria-prima 100% renovável, material reciclado e antibacteriano.

Alternativas sustentáveis para o descarte do lixo doméstico já podem ser encontradas com facilidade no mercado, a preços acessíveis, ao alcance da dona de casa e de qualquer consumidor preocupado com a preservação dos recursos naturais do planeta e a redução dos gases provocadores do “efeito estufa”.

A Embalixo, situada em Campinas, interior de São Paulo é a principal fabricante de sacos para lixo no país e entre as maiores da América Latina, e tem inovado o mercado com produtos sustentáveis para descarte do lixo doméstico. Investindo em um nicho de mercado até então, pouco explorado, a empresa aposta no sustentável e tem feito investimentos no setor que permitem que os produtos cheguem às prateleiras das principais redes de varejo do país com preços mais acessíveis.

Saco sustentável: a base da cana de açúcar-Em parceria com a Braskem, empresa líder das Américas em produção de resinas termoplásticas para fabricação, com exclusividade, no território brasileiro do saco para lixo feito de matéria-prima 100% renovável.

O Embalixo Sustentável não é feito do petróleo e sim de cana-de-açúcar. O plástico verde é assim chamado pela sua contribuição ao meio ambiente, uma vez que em seu processo produtivo captura até 2,5 t de CO² da atmosfera, para cada tonelada de polietileno produzido, contribuindo para redução do efeito estufa. O “plástico verde” da Braskem está sendo produzido em escala comercial em fábrica instalada na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul. A matéria-prima utiliza etanol de cana de açúcar para produzir eteno, que é posteriormente transformado em polietileno, o tipo de plástico mais usado no mundo. O processo captura gases que provocam o efeito estufa, contribuindo para a preservação do meio ambiente, quando comparado com o processo tradicional de fabricação do polietileno. Desta forma, o Embalixo Sustentável é 100% renovável, pois não é feito do petróleo e sim à base da cana-de-açúcar. O produto contribui para a redução global nas emissões de gases causadores do efeito estufa, quando comparado com o processo tradicional de fabricação de plástico.

O Embalixo Sustentável é encontrado na cor verde, dentro das medidas especiais para a lixeirinha da cozinha, pia e do banheiro, além dos padrões do mercado nacional 15 Litros, 30

Litros, 50 Litros, 100 Litros e no tamanho especial 110 Litros, especialmente pensando em condomínios e jardins, onde se faz necessária a utilização de sacos bem resistentes.

Saco reciclado: reaproveitamento de material plástico- Milhares de pessoas vivem no país como catadores de produtos para a reciclagem, porém a reciclagem de plástico ainda é muito pequena. O “Embalixo Reciclado” é produzido a partir de sobras de plásticos durante a sua fabricação, conhecidos como pré-consumo, e também de plásticos pós-consumo como sacolas plásticas, sacos de hortifrútis, filme stretch (muitos utilizados por indústrias para proteger cargas durante transportes) comprados de cooperativas que fazem a coleta seletiva da população e de empresas. O lançamento do produto, reforça a importância de reciclagem para a sociedade realizar a separação de materiais para coleta seletiva e sua importância para geração de renda e inclusão social aos catadores.

Saco que inibe odores e é antibacteriano- Embalixo Antibacteriano foi lançado no território nacional, com exclusividade, pela Embalixo, tendo como diferencial uma proteção antibacteriana Microban, incorporada durante seu processo de fabricação. A proteção impede a proliferação de microorganismos e a emissão de gases orgânicos voláteis que causam o mau cheiro. Deste modo o consumidor pode aproveitar melhor o uso do saco para lixo, retirando-o somente quando lhe convir, com o conforto de contar com um produto muito mais higiênico de se manter e de manusear até o dia da coleta.

Plástico verde sustentável e antibacteriano para uso PET- O Embalixo Pet possui tamanho único, praticamente o das sacolas de supermercados, porém é feito de material mais resistente, à da cana de açúcar, na cor verde, aroma de pinho e com proteção antibacteriana Microban. O saco, lançado recentemente para uso de higiene com animais domésticos, possui o formato de uma luva para facilitar a coleta das fezes dos animais de estimação.

Fonte: Fator Brasil/Embalixo

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Reciclagem de garrafas PET

Reciclagem de garrafas PET e a consciência ambiental.

Todos nós conhecemos bem as garrafas PET e fazemos uso constantemente delas. O PET (poli tereftalato de etileno) é um poliéster polímero termoplástico, ou seja, é o plástico mais resistente, e que melhor serve para a fabricação de embalagens para refrigerantes, sucos e águas por exemplo. Por ser resistente ao impacto, quimicamente e possuir peso menor que as embalagens tradicionais, características que barateiam o produto e proporcionam segurança, o PET se popularizou, causando grande aumento na sua produção.

Como problemáticas desta situação temos o descarte do PET, que cresceu proporcionalmente, e o aumento desse tipo lixo vem preocupando. Porém, se recolhidas, as garrafas PET são 100% recicláveis e sua composição química não libera nenhum produto tóxico.  As indústrias produtoras observaram essa realidade e já estão desenvolvendo ações que contribuem para a reutilização desse material em vias de controle ambiental.

As garrafas PET de reciclagem já se tornaram artesanatos, fibras para fabricação de roupas, cordas e cerdas de vassouras, placas de trânsito e seus grânulos deram origem a resinas usadas na produção de tintas, resinas insaturadas e resinas poliéster.

As indústrias de comunicação, de olho nesse novo mercado, também estão fazendo a sua parte desenvolvendo celulares e notebooks que já estão começando a ser confeccionados com as PET recicladas, é o caso do A45Eco, produzido no Brasil, o telefone é feito 25% de garrafas PET recicladas e 70% dele é reciclável após descartado, tendo como público alvo o jovem antenado às novas tecnologias e redes sociais o aparelho desenvolve os princípios de consciência ambiental.

Essa tendência, além de recolher o lixo já existente no planeta, reduz a quantidade de carbono que viria a ser aplicada se fosse fabricado a partir de combustíveis fósseis.

O Brasil consumiu 253.000 toneladas de resina PET na fabricação de embalagens em 2008. Mas os números brasileiros a cerca da reutilização dessas garrafas são animadores, estima-se que 54,8% das embalagens são reaproveitadas e só ficamos atrás do Japão que recicla 69,2% das PET usadas.

E não apenas as resinas termoplásticas como as PET que visam a consciência ambiental e a reciclagem, a seu exemplo também, estão sendo feitos estudos que tem por objetivo a reutilização das resinas termofixas. As pesquisas pioneiras feitas no Brasil, com o incentivo da ABMACO, tratam de um projeto de desenvolvimento de uma tecnologia que seja capaz de reconduzir o termofixo reciclado ao próprio processo produtivo, o prazo para divulgação dos resultados dessa pesquisa gira em torno de junho ou julho deste ano.

A Tríplice Cor também possui uma política de sustentabilidade que deseja acompanhar as tendências de mercado e as necessidades planetárias, respeitando o meio ambiente, utiliza-se apenas de processos que respeitem o nosso planeta.

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Faça sua parte

Não existe almoço de graça, gosta de repetir o economista e ambientalista Sérgio Besserman ao definir em suas palestras a sustentabilidade. O problema é esse. Gastamos os recursos naturais rápido demais e poluímos além do suportável.

A única maneira de pagar essa conta, agora, é organizar a produção e consumo de forma inovadora. Quem vai fazê-lo. A resposta é todos – governo, empresas, fazendas, ONG’S e mesmo indivíduos.

A proposta deste manual da Etiqueta 3.0 e oferecer dicas de como você pode fazer parte deste movimento planetário para colocar as contas da humanidade em dia. Os objetivos são: atenuar as mudanças climáticas, preservar a diversidade biológica, combater a poluição das águas e promover o desenvolvimento econômico.

A chave da participação está na inovação. Levar a vida de modo criativo em casa, na empresa, na escola e na rua. Não é ruím, não. É divertido sair a rotina. Veja como fazê-lo nas dicas a seguir.

Texto de Matthew Shirts publicado em Planeta Sustentável.

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Olhamos para além da paisagem

A sustentabilidade é muito mais do que uma palavra da moda. É um conceito que resume desafios ambientais, sociais e econômicos do nosso tempo. Neste mundo global e megaconectado, surgem novidades todos os dias e a cada segundo.

A Tríplice Cor acompanha essas tendências, idéias e necessidades e as organiza em um conteúdo acessível e relevante, levando até você pelo site, pelas redes sociais, por cursos e visita dos nossos representantes técnicos em cada visita e em nosso dia-a-dia.

Explicando de uma maneira bem simples e clara, sustentabilidade nada mais é do que a habilidade de suprir as necessidades do presente sem afetar  a habilidade das gerações futuras de suprirem as suas, ou seja, é arranjar uma forma de produzir algo hoje sem que isso gere impactos negativos para sua produção no futuro.

O conceito de sustentabilidade também esta ligado ao sistema eco-eficiente que é a forma que se consegue produzir mais e melhor sem gerar tantos resíduos e com um custo menor. Para ser eco-eficiente é necessário reduzir o consumo de matérias dos bens e serviços, reduzir o consumo de energia e a dispersão de substancias tóxicas, aumentar a reciclagem de materiais, a durabilidade dos produtos e promover a educação dos consumidores para um uso mais racional dos recursos naturais e energéticos.

Acompanhe através da Tríplice Cor e conheça mais e mais sobre o que é sustentabilidade.

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Nossa atleta vence e fatura ITF de Itaparica



Cabeça-de-chave nº 2 conquistou – ITF de Itaparica.

Nossa atleta, Roxane Vaisemberg, vence Vivian Segnini e fatura ITF (profissional) de Itaparica (BA).

A brasileira é a grande campeã do ITF de Itaparica (BA), série de torneios profissionais femininos disputados na paradisíaca ilha baiana. Roxane bateu na decisão a brasileira Vivian Segnini, com 6/0, 6/1, conquistando o título da competição.

Nas duplas, as finalistas formaram parceria, mas foram superadas pela brasileira Monique Albuquerque e a argentina Aranza Salut, que venceram a decisão contra Vaisemberg e Segnini por 6/3, 4/6 e 11/9.

Obs: O ITF de Itaparica é o primeiro torneio com premiação de US$ 25 mil para o feminino profissional.

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Falta muito para virar realidade

Durante três anos de pesquisa, 2,4 mil empresas receberam o questionário e 328 colaboraram com respostas objetivas que serviram para uma análise mais detalhada do universo da sustentabilidade no mundo corporativo. A participação nacional das empresas no estudo cresce a cada ano. Em 2006 foram 76, no ano seguinte, o número subiu para 113. Já em 2008, o número de colabores com o estudo foi de 137 corporações dos setores da Indústria, Serviços e Associações/Terceiro Setor.

De acordo com Mauro Ambrósio, sócio-diretor da BDO Trevisan, que coordenou a pesquisa, foi possível fazer uma avaliação positiva sobre o tema entre os pesquisados, mesmo que o número de empresas que responderam este questionário foi inferior ao esperado. Para ele, “o estudo mostrou que a consciência das organizações e de seus executivos aumentou bastante em relação ao tema, mas ainda há muito a ser percorrido e melhorado”.

A pesquisa mostra que 44% das empresas ouvidas possuem orçamento específico destinado ao tema. Ambrósio afirmou que durante os três anos da pesquisa, verificou-se um aumento considerável no número de empresas que elaboram relatórios dessa natureza e que a publicação desses documentos é crescente quanto à preocupação com a validação das informações qualitativas e quantitativas.

Para ele, isso demonstra a preocupação do empresariado em construir maiores vínculos com a sociedade, além de enfatizar a sua preocupação com a transparência e ética. Os números do estudo mostram que muitas perguntas ficaram sem resposta, o que restringiu a precisão dos dados levantados sobre vários assuntos.

Alguns resultados
Apenas 46% das empresas entrevistadas possuem uma área específica de Responsabilidade Corporativa / Sustentabilidade. Dessas, 52,5% elaboram e publicam um relatório anual sobre o tema. Mais de 60% das empresas consideram o tema como estratégia de negócios e 58% entendem que responsabilidade social é uma prática de governança.

Em relação ao bem estar dos funcionários, 59% das empresas garantem ter um canal de comunicação aberta entre a instituição e seus colaboradores. 54% afirmam ter no orçamento investimentos em treinamentos e capacitação profissional e 53% das empresas confirmam que dispõem de programas de melhoria do ambiente de trabalho e da qualidade de vida dos funcionários.

Fonte: Qualidade

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Fim das sacolas plásticas

O fim da era das sacolas plásticas

Pequenas atitudes podem minimizar os danos que todos nós, causamos ao ambiente. Ao deixar de utilizar sacolas plásticas – isso mesmo, aquelas que embalam compras nos supermercados e lojas –, você pode dar uma grande contribuição para a redução do aquecimento global, enchentes, poluições, etc, etc e etc.

Você sabia que uma sacola plástica demora 200 anos para se decompor na natureza? E, além de levar esse tempo todo, elas ainda soltam, em seu processo de decomposição, gás carbônico, um dos principais responsáveis pelo aquecimento da Terra.

As sacolas plásticas fabricadas com resina sintética (petróleo), encontradas em estabelecimentos comerciais, são um exemplo da insuficiência da reciclagem – apenas 16,5% dos resíduos plásticos pós-consumo são reciclados (no Brasil, são produzidas 1,2 bilhões de sacolas plásticas por ano). “Desde que as sacolas de papel foram trocadas pelas plásticas, o custo empresarial diminui e o ambiental aumentou. Com o crescimento da população e do consumo, desde as pequenas até as grandes cidades estão sentindo os prejuízos”, relatou Cláudio Jorge, presidente da Funverde (Fundação Verde, ONG que zela pelo meio ambiente).

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, cada brasileiro consome, por mês, 66 sacolas plásticas. Ao final de um ano, são 12 bilhões de sacolas plásticas consumidas no Brasil. Se cada um fizer a sua parte, esse número pode ser bem, bem menor. A natureza, as cidades, as atuais e as futuras gerações agradecem o seu clique.

“Aqui na Tríplice Cor toda a equipe está focada nos 3 R´s (Reduzir, Reciclar e Reutilizar) e a redução do uso das sacolas plásticas é essencial para qualquer empresa que esteja integrada com o meio ambiente”, afirma Valdemar Cantero – Diretor da Tríplice Cor.

Entenda a Proibição:
A proibição de distribuir sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo foi sancionada nesta quinta-feira (19) pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A medida só entra efetivamente em vigor em janeiro de 2012. Mas, durante esse período de adaptação, os estabelecimentos terão de fixar cartazes com a mensagem: “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis”.

A norma não se aplica, no entanto, às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos alimentícios vendidos a granel e nem às embalagens de produtos alimentícios que vertam água.

Nesta semana o Ministério do Meio Ambiente lançou em São Paulo (SP), três cartilhas para orientar gestores, consumidores, instituições públicas e empresas privadas a atingirem metas de redução no uso de sacolas. A iniciativa faz parte da campanha Saco é um Saco, em parceria com instituições como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que segundo a pasta fez com que a indústria brasileira tenha deixado de produzir 5 bilhões de sacolas plásticas entre 2009 e 2010.

A meta do pacto setorial firmado em dezembro com o Ministério é ampliar os percentuais de redução em 30%, até 2013, e 40% até 2015, com referência ao uso em 2010.

Contador de sacolas descartáveis mostra que podemos diminuir esse consumo.

Idealizado pelo Planeta Sustentável, o contador de sacolas descartáveis recusadas é uma ferramenta que incentiva os consumidores a pensarem duas vezes antes de levar uma sacolinha para casa. Com tanta gente clicando, a redução do impacto sobre o meio ambiente é visível.



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Braskem participa do Pacto Global da ONU

Braskem é signatária da iniciativa da ONU sobre clima.

Encontro anual reúne empresas comprometidas com o “Pacto Global” e a iniciativa “Caring for Climate”.

A Braskem, empresa líder das Américas em produção de resinas termoplásticas e maior produtora mundial de biopolímeros, é uma das participantes da edição de Semana do “Pacto Global” de 2011 e do Encontro dos Signatários da iniciativa “Caring for Climate” (Cuidando do Clima) que reúne empresas comprometidas em contribuir para a solução das mudanças climáticas. A semana acontecerá do dia 16 a 20 de maio e o encontro no dia 17 de maio, em Copenhagen, Dinamarca. A edição do Encontro deste ano tem como tema a Contribuição Empresarial para a Sustentabilidade Global após a “Rio+20”, Conferencia da ONU a ser realizada no próximo ano no Brasil.

Desde 2007 a Braskem é signatária do Pacto Global, programa da ONU que visa fortalecer a aplicação da responsabilidade social empresarial no mundo e que conta com a adesão de mais de 1,5 mil empresas em todo planeta. Essas empresas se comprometem a alinhar as suas operações e estratégias com dez princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Desde 2008 a Braskem integra o Comitê Brasileiro do Pacto Global.

O diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Jorge Soto, será um dos participantes do debate “Rio+20: Objetivos e Oportunidades de Negócios para os Signatários”. Um dos assuntos a serem discutidos no painel será como fortalecer a contribuição das empresas para acelerar a implementação da economia verde, que, segundo o Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, é a economia de baixa intensidade de carbono, com eficiente uso de recursos e socialmente inclusiva.

“A Braskem foi convidada a participar do grupo “Caring for Climate”, do Pacto Global da ONU, devido ao seu forte compromisso com o tema. Nossas iniciativas relacionadas ao clima são concretas e associadas ao nosso negócio e vêm sendo comunicadas aos diversos públicos. O convite é uma consequência da nossa estratégia empresarial e o aceitamos com muita honra”, disse Soto.

A Braskem é a maior produtora global de biopolímeros, resinas feitas de matéria-prima renovável, desde 2010, quando passou a fabricar polietileno a partir do etanol, avançando em sua estratégia de tornar-se líder mundial em química sustentável. O plástico verde da Braskem acaba de receber da instituição Vinçotte a certificação máxima para produtos de conteúdo renovável. A certificadora belga é uma das principais referências no mundo neste tipo de avaliação.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 31 plantas industriais distribuídas pelo Brasil e Estados Unidos, a empresa produz anualmente mais de 15 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos.

Fonte: Revista Fator Brasil




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Rio Global Green Business

Bright Green Cities: Economia verde e tecnologias limpas

Entre 31 de maio de 3 de junho será realizado, no Rio de Janeiro, o BGC – Bright Green Cities – Rio Global Green Business.

Rio Global Green Business é o primeiro evento sobre economia verde a reunir algumas das empresas e instituições mais influentes nas áreas de energias limpas e tecnologia, financiamento e investimento, comunidades e gestão pública. O objetivo é criar um ambiente de negócios que promova e amplie os mercados mundiais para a indústria de tecnologia limpa e que também abra novas oportunidades de negócios e parcerias nos mercados Brasileiro, Latino Americano e Africano.

O Rio Global Green Business é o ponto de partida de colaboração entre todos os setores da economia, em preparação para a Conferência da ONU no RIO em 2012. Ele começa a construir um legado para a Conferência, cujo tema é também a economia verde. A indústria verde será, em dois anos, um mercado de um trilhão de dólares. Isso poderá ajudar a resolver nossos principais problemas climáticos, de meio ambiente, de desenvolvimento social e mundial, criando uma economia mais real e forte.

Estão programadas diversas palestras, além de seminários e workshops organizados por empresas, sobre temas como energia solar e eólica, bioenergia e smart grids. Na cerimônia de abertura, marcada para às 10hrs do dia 31/05, será apresentado o Livro Verde do Século 21, com casos que impulsionaram a Economia Verde e desenvolvimento local ao redor do mundo (para saber mais, leia EUBRA e ONU elaboram Livro Verde do Século 21). Haverá também uma exposição e paineis sobre algumas das tecnologias citadas no Livro Verde do Século 21.

Bright Green Cities – Rio Global Green Business
- Data: 31/05 a 03/06
- Local: Firjan – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. Av. Graça Aranha, 1 – Rio de Janeiro/RJ

- Inscrições pelo site do BGC: www.brightgreencities.com
- Mais informações: E-mail: bgc@bgcbrazil.com ou Telefone (085) 3242-5441

 

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Código Florestal

O nosso blog é focado em responsabilidade social e um assunto de extrema importância como o Código Floresta não poderia ficar de fora.

O Congresso Nacional deve votar um novo Código Florestal para o Brasil nesta terça-feira (10/05). O projeto da nova lei teve como relator o deputado Aldo Rebelo (PC do B) e foi aprovado pela comissão especial da Câmara dos Deputados em julho do ano passado.

Ele substituirá o Código Florestal vigente no país, criado em 1934 e atualizado em 1965, em pleno regime militar, quando virou lei federal.

Pontos polêmicos
O primeiro ponto de discussão diz respeito à recomposição da reserva legal, a área que toda propriedade rural precisa ter de preservação de mata nativa. Ela varia de 20% a 80% da área total, dependendo da região do país. Com o novo Código o agricultor que desmatou além do permitido terá que replantar até o terreno ficar com a quantidade de vegetação nativa que tinha em 2008.

Para o relator Aldo Rebelo propriedades com até quatro módulos fiscais, ou seja, com até 440 hectares – a maioria das propriedades agrícolas do país – seriam perdoadas dessa obrigação. O governo federal, no entanto, quer que somente agricultores familiares sejam isentos.

O outro ponto em desacordo se refere à recomposição da vegetação ao redor dos rios considerados pequenos – com até 10 metros de largura. A lei atual (4771/65) diz que são necessários 30 metros de mata em cada margem do rio. Rebelo propõe que os produtores que desmataram essa faixa tenham de replantar 15 metros, mas o governo quer que os proprietários de terra replantem todos os 30 metros, exceto os produtores familiares.

Vídeo – Entenda o novo Código Florestal:

Cartilha Código Florestal lançada pelo SOS Florestas:
Entenda o que está em jogo com a reforma de nossa legislação ambiental. A publicação busca explicar, com argumentos técnicos, científicos e históricos, as principais consequências das mudanças propostas pelos deputados ruralistas ao Código Florestal. Com o documento, o SOS Florestas procura levar para parlamentares, imprensa e cidadãos brasileiros um debate que vem ocorrendo em portas fechadas, de forma tendenciosa sem ouvir o movimento social, especialistas e academia. A cartilha será distribuída para parlamentares e tem sua versão eletrônica disponibilizada na íntegra no site do WWF-Brasil.

A cartilha é amparada por diversos estudos científicos que foram ignorados na elaboração do projeto de mudanças no Código Florestal apoiado pelos ruralistas. Demonstra que as mudanças causariam devastação da cobertura florestal às margens de cursos d’água, contribuindo para o assoreamento do leito dos rios, aumentando a velocidade de escoamento das águas, provocando erosões e enxurradas.

Fazem parte da frente SOS Florestas as ONGs: Apremavi, Greenpeace, Imaflora, Instituto Centro de Vida (ICV), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Instituto Socioambiental (ISA) e WWF-Brasil.

Faça o Download: Baixe aqui a cartilha “Código Florestal: Entenda o que está em jogo com a reforma de nossa legislação ambiental”

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Patrocínio no Corinthians

Iniciamos mais uma atuação no patrocínio esportivo com apoio à atletas de tênis do Corinthians.

A Tríplice Cor tem orgulho em patrocinar atletas e times admirados como a equipe de tênis do Corinthians, além de apoiar a atleta Roxane Schcolnic Vaisemberg – atual 2° lugar no ranking do país.

Por meio de ações contínuas de patrocínio ao tênis, a Tríplice Cor possibilitou que atletas conseguissem projeções significativas em suas carreiras.

“Um desdobramento importante do patrocínio esportivo é a inserção social  por intermédio do esporte.” Valdemar Cantero – Diretor da Tríplice Cor.

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Reduzir, Reutilizar e Reciclar

Você realmente conhece o significado dos 3 R’s?

O primeiro passo para diminuir a quantidade de lixo é sem dúvida reduzir o que consumimos.

Consumir não é necessariamente adquirir alimentos, e sim produtos para qualquer finalidade. Muitas vezes compramos coisas das quais não precisamos, e ficamos dias, meses e anos acumulando “tranqueiras” quando um belo dia decidimos renovar tudo e jogamos todas as nossas “tranqueiras” fora.

Uma outra forma que aumentamos o lixo de casa sem muitas vezes perceber é comprando produtos revestidos com muitas embalagens que no final jogamos fora, ou com embalagens não-recicláveis, por exemplo o isopor.

O problema do lixo é um muito sério e por enquanto, não tem solução. Cada paulistano produz por dia uma média de 1,05kg de lixo, um pouco acima da média nacional, que é de cerca de 800 gramas por dia. Pode-se calcular então que um paulistano irá produzir até o fim de sua vida cerca de 25,68 toneladas.

Os números do lixo são ainda maiores em países desenvolvidos, onde o consumo é maior, um nova-iorquino produz em média 1,77 kg por dia (40 toneladas até o fim da sua vida). Dentro de poucos anos, se for mantida a produção atual de lixo, não haverá mais local onde colocar tanto lixo!

Reduzir o lixo produzido diariamente é a forma mais efetiva de preservar matéria-prima e diminuir a quantidade de resíduos sólidos.

A solução aparentemente é simples: Vamos reciclar! Essa pode parecer a solução ideal para o problema, mas não é. O lixo deve sim ser reciclado, mas antes de reciclar devemos tentar diminuir ao máximo a quantidade de lixo que produzimos, reutilizar tudo o que pudermos e então reciclar.

Isso deve ser feito pois quanto maior a quantidade de lixo reciclado, maior será a quantidade de lixo produzido e de recursos naturais utlizados. E nem todo o tipo de lixo pode ser reciclado, assim a solução mais eficiente por enquanto para o problema do lixo são os três “R’s”. Não é porque um material é reciclado que vamos consumir cada vez mais dele, a reciclagem não é uma solução total para o problema do lixo. Ela apenas minimiza as consequências.

Quando encontramos num pacote de plástico de iogurte o símbolo com as setas apontando para um percurso circular, sugerindo um regresso ao princípio, imaginamos que os materiais que constituem a embalagem podem ser reaproveitados para fazer uma nova embalagem, idêntica à anterior.

Contudo, existem cinco tipos principais de termoplásticos que têm de ser separados para permitir uma reciclagem em boas condições técnicas; e para ocorrer a reciclagem do plástico de iogurte, seria necessário que o processo passasse por 3 etapas. Em primeiro lugar, o consumidor deveria colocar a embalagem num recipiente de recolha reservado aos plásticos; depois seria necessário que a empresa de reciclagem separasse este tipo de embalagem de outras, por exemplo, das garrafas de refrigerantes. Em terceiro lugar seria necessário remover toda a sujidade. Apesar destes cuidados, o polímero reprocessado não serviria para fazer uma embalagem idêntica, mas sim para produzir um objeto com menores exigências, por exemplo, um vaso ou um cabide. O fato do plástico reciclado não servir para fazer uma nova embalagem idêntica à anterior, significa que novas matérias primas obtidas a partir do petróleo, ou seja, polímeros novos, vão ser gastas para alimentar esta indústria de produção crescente.

Podem até pensar que não, mas saibam de uma coisa, nosso planeta está sendo afetado cada vez mais e simples gestos fazem toda a diferença. Nós da Tríplice Cor, já iniciamos há muito a prática de reduzir, reciclar e reutilizar. Faça você também a sua parte!

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Aderimos ao combate à dengue

A Tríplice Cor aderiu à campanha do Ministério da Saúde e divulgará em seus canais de comunicação informações importantes para combater à doença.

As estações do ano de alta temperatura e de maior incidência de chuvas sempre trazem forte preocupação às autoridades da saúde do Brasil. Uma delas é o aumento do número de casos de dengue. Entre janeiro e fevereiro deste ano, 3.390 pessoas já contraíram a doença no estado de São Paulo, segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE).

Os municípios paulistas com mais casos notificados são Ribeirão Preto (1.693), Bauru (241) e Taubaté (104), até 1º de março. Pelo levantamento do CVE nesse período, na cidade de São Paulo, 65 pessoas se infectaram localmente e 144 casos vieram de outras regiões.

O primeiro caso de dengue tipo 4 no Estado foi registrado em São José do Rio Preto. O vírus nunca havia sido identificado em São Paulo. O tipo 4 ressurgiu no Brasil, na região norte do país, no ano passado após 28 anos sem registro. Segundo o secretário da Saúde de Rio Preto, José Victor Maniglia, os sintomas do tipo 4 são semelhantes aos demais. ‘O risco é que a população não está imune a ele, está mais suscetível.’

A arma contra esse grande mal à saúde pública é a conscientização da população sobre o combate ao agente transmissor da doença, o mosquito Aedes Aegypti. Um trabalho que pode ser feito por todos, com atitudes simples no dia a dia.

A Tríplice Cor – Fabricante de Pigmentos, Corantes e Dispersões Pigmentárias tornou-se mais um agente dessa conscientização, divulgando informações pertinentes em nossos canais de comunicação (site, redes sociais, vídeos e newsletters) relacionadas ao combate à doença.

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Responsabilidade Social nas Micro e Pequenas Empresas

Ser mais responsável socialmente é fator de competitividade.

Há praticamente dois anos toda a nossa equipe (Produção, Controle de Qualidade, Laboratório e Operações) se mobiliza constantemente para minimizar o máximo possível os impactos gerados a partir dos processos da produção dos pigmentos, corantes e dispersões pigmentárias em nossa fábrica.  “Demonstrar a sensibilidade social não quer dizer que, na prática, toda a empresa esteja voltada às causas sociais. É preciso ter critério e cautela na avaliação da “performance social ideal” das ações”, afirma Maria Hieronydes Barros (Consultora de Gestão de Pessoas da Tríplice Cor).

A Responsabilidade Social Empresarial (RSE) tornou-se um fator de competitividade para os nossos negócios. Hoje, investimos no permanente aperfeiçoamento de relações com todos os públicos dos quais dependemos e com os quais nos  relacionamos: clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores. Isso inclui também a comunidade local na qual atuamos.

Fabricar produtos ou prestar serviços que não degradem o meio ambiente, promover a inclusão social e participar do desenvolvimento da comunidade de que fazemos parte, entre outras iniciativas, são os diferenciais cada vez mais importantes para toda a nossa equipe.

No mercado nacional:
Atualmente pelo retorno que traz, em termos de reconhecimento (imagem) e melhores condições de competir no mercado, além de contribuir substancialmente para o futuro do país, o movimento da Responsabilidade Social Empresarial vem crescendo muito no Brasil. Já é significativo o número de grandes e médias empresas que selecionam fornecedores (micro e pequenos) utilizando critérios da RSE nos negócios. Também no acesso aos créditos e financiamentos é crescente a incorporação de critérios de gestão responsável. A imprensa está cada vez mais fiscalizadora e os consumidores, por sua vez, mais exigentes.

O negócio baseado em princípios socialmente responsáveis não só cumpre suas obrigações legais como vai além. Tem por premissa relações éticas e transparentes, e assim ganha condições de manter o melhor relacionamento com parceiros e fornecedores, clientes e funcionários, governo e sociedade. Ou seja: quem aposta em responsabilidade e diálogo vem conquistando mais clientes e o respeito da sociedade. É verdade que muitas micro e pequenas empresas já contribuem para a melhoria das comunidades nas quais estão presentes. Mas esta deve ser uma postura sistemática, para enraizar valores como a solidariedade em nosso meio social. Nesse aspecto, o poder dos pequenos negócios é inigualável. Eles reúnem cerca de 45% dos trabalhadores do país e são importantes agentes econômicos em aproximadamente 80% dos municípios brasileiros.

Nós da Tríplice Cor temos um norte para ações permanentes de RSE (Responsabilidade Social Empresarial). Faça sua parte também!

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O que é responsabilidade social

A Responsabilidade social tem várias faces: esporte, preservação do meio ambiente, qualidade de vida e cultura.

Nós da Tríplice Cor, estamos investindo cada vez mais no esporte como uma poderosa e moderna ferramenta de inclusão e transformação social. Trabalhamos com princípios de transparência buscando um comprometimento com a ética e a qualidade de vida dos empregados, de suas famílias, da comunidade e da sociedade. Nesse sentido, a preocupação com a responsabilidade social faz parte dos planejamentos estratégicos que contemplam uma visão de longo prazo.

O esporte é um instrumento eficaz para a mobilização social capaz de exercer influência sobre a saúde, reduzindo a probabilidade de doenças.

Investir em esporte é também cuidar da saúde das pessoas, do crescimento humano, da valorização e da possibilidade de descobrir novos talentos. Investimos porque acreditamos que o esporte resgata, encaminha, educa e integra.

“O investimento no esporte é também investimento na saúde, qualidade de vida e no futuro.” Valdemar Cantero

A questão ambiental também é uma das prioridades da empresa, tanto que mantém uma área de pesquisa com esse tema básico, a Tríplice Cor e o Meio Ambiente. Desse modo, tem investido cada vez mais em projetos cujos princípios contemplam ações de conscientização, comprometimento e  preservação dos recursos naturais do nosso planeta.

A nossa linha Ecológica (Ecodisper) é a sintonia perfeita entre responsabilidade ambiental e alto padrão de qualidade.

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Qualidade de Vida

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